Para o trabalhador brasileiro, o calendário oficial ainda aponta 146 dias úteis até o final do ano. Mas, para os senadores, há somente 44 dias para votações em 2014. Por causa de jogos da Copa e, principalmente, da campanha eleitoral, o Senado reduziu quase à metade o número dos dias que restavam para as sessões deliberativas até dezembro. Dos 77 dias em que poderia haver sessões deliberativas, considerando-se apenas as terças, quartas e quintas-feiras, 34 foram riscados do calendário dos senadores. Nesses dias, suas presenças e ausências não serão contabilizadas, a exemplo do que costuma ocorrer às segundas e sextas, quando as sessões tradicionalmente são utilizadas apenas para discursos. De acordo com a previsão repassada pela Mesa Diretora da Casa aos senadores, a Copa só afetará os trabalhos três vezes: nos dias 12 e 17, por causa dos jogos do Brasil contra a Croácia, em São Paulo, e o México, em Fortaleza; e no dia 26 de junho, quando Portugal e Gana se enfrentam em Brasília. Ressalvadas essas datas, todas as demais sessões foram canceladas para que os parlamentares se dediquem à campanha eleitoral, a deles e a de seus aliados. Os congressistas ainda terão recesso parlamentar, de 18 a 31 de julho. Este ano, 27 vagas do Senado estarão em jogo. A maioria dos senadores em fim de mandato disputa a reeleição ou outros cargos eletivos. Outros senadores, que ainda têm mais quatro anos de Casa, também entrarão na disputa para governos estaduais e até a Presidência da República, caso de Aécio Neves (PSDB-MG) e Randolfe Rodrigues (Psol-AP). Embora o primeiro semestre legislativo só termine em 17 de julho, pelo calendário do Senado, mais da metade do ano se foi. Isso porque os 44 dias reservados a votação são inferiores aos 50 dias com sessões deliberativas ficaram para trás. Ou seja, a Casa deve chegar ao final do ano com apenas 94 dias destinados a deliberações. O problema é que dificilmente haverá decisões importantes nas datas marcadas antes das eleições. As informações são do Congresso em Foco.

Dilton e Feito

Dilton Coutinho, fundador do Acorda Cidade, é um radialista renomado com mais de 20 anos de experiência na cobertura jornalística. Ele construiu uma carreira sólida marcada por sua dedicação à verdade e ao jornalismo ético. Atuando em diversos veículos de comunicação, Dilton ganhou reconhecimento por sua habilidade em abordar temas complexos com clareza e profundidade. Sua paixão por informar o público e sua integridade profissional fazem dele uma referência no jornalismo contemporâneo.

Dilton Coutinho, fundador do Acorda Cidade, é um radialista renomado com mais de 20 anos de experiência na cobertura jornalística. Ele construiu uma carreira sólida marcada por sua dedicação à verdade e ao jornalismo ético. Atuando em diversos veículos de comunicação, Dilton ganhou reconhecimento por sua habilidade em abordar temas complexos com clareza e profundidade. Sua paixão por informar o público e sua integridade profissional fazem dele uma referência no jornalismo contemporâneo.