Permanece um mistério o suposto repasse, “a fundo perdido pela União”, de parte dos US$ 692 milhões emprestados pelo Brasil para Cuba modernizar o porto de Mariel. A obra foi executada pela Odebrecht, que já recebeu 70% do valor. Na quarta-feira (27), o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio (MDIC) disse que “não pode comentar” ou responder se houve ou não investimento a fundo perdido, ou seja, sem obrigação de ser pago pelos cubanos, uma espécie de subsídio. Ao mesmo tempo, o presidente do Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Luciano Coutinho, garantiu que a sua instituição não fez qualquer tipo de empréstimo com dinheiro a fundo perdido no porto. Ele fez a negativa duas vezes, na reunião da Comissão de Fiscalização Financeira e Controle da Câmara, ontem, quando os deputados o questionaram sobre a reportagem veiculada no site. “Não há nenhum recurso a fundo perdido na operação”, declarou o presidente do BNDES. As informações são do Congresso em Foco.
Dilton Coutinho, fundador do Acorda Cidade, é um radialista renomado com mais de 20 anos de experiência na cobertura jornalística. Ele construiu uma carreira sólida marcada por sua dedicação à verdade e ao jornalismo ético. Atuando em diversos veículos de comunicação, Dilton ganhou reconhecimento por sua habilidade em abordar temas complexos com clareza e profundidade. Sua paixão por informar o público e sua integridade profissional fazem dele uma referência no jornalismo contemporâneo.
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