O que há em comum com Vanessa Nunes, 31 anos, auxiliar de serviços gerais, Diego Menezes, 32, estudante de Engenharia, e boa parte dos eleitores baianos? Eles não procuram saber quem são os suplentes dos senadores na hora de escolher os candidatos ao Senado. Para os dois, que conhecem a função, não há curiosidade em saber quem poderá assumir a cadeira de representante do estado no Senado Federal. “Nunca olhei. Eu voto porque tem que votar. O nome sai muito pequeno e eles não aparecem no horário eleitoral”, informou Vanessa, cuja resposta é a mais comum encontrada no cotidiano. Atualmente, conforme dados do Senado Federal, cerca de 20% dos senadores em exercício não são os titulares dos cargos e assumiram com a ausência dos eleitos. Ao contrário da Câmara Federal, onde os deputados são votados de forma proporcional, os senadores partem para o pleito pela chapa majoritária e numa eventual licença ou falecimento, automaticamente, o seu primeiro substituto é o próximo à linha sucessória para sentar na cadeira da senatoria. O suplente é escolhido na chapa e não recebe votos, assim como ocorre com os candidatos à vice nas vagas para o Executivo. Popularmente, os primeiros e segundos suplentes são conhecidos como “senadores sem voto”. A Bahia possui seis suplentes: Nestor Duarte (PDT) e Juçara Feitosa (PT) da senadora Lídice da Mata (PT); Roberto Muniz (PP) e Silvia Cerqueira (PRB) do senador Walter Pinheiro (PT) e Eliel Santana (PSC) e Zé Chico (DEM) do senador João Durval (PDT), que deixa as funções em janeiro do próximo ano, após ter sido eleito em 2006 e ter cumprido os oito anos de mandato sem pedir licença. Este ano a população baiana elege um senador da República e na disputa se inscreveram cinco candidatos com um total de 10 suplentes. O governista Otto Alencar (PSD) terá na chapa Abel Rebouças (PDT) e Marizete Pereira (PT); o oposicionista Geddel Vieira Lima (PMDB) vai para disputa cuja composição é feita com Eliel Santana (PSC) – que tenta permanecer na função – e Ricardo Grey (PTC); a socialista Eliana Calmon (PSB) terá como primeiro suplente Juvêncio Ruy (PSB) e como segundo suplente Zulu Araújo (PSB). As informações são do F1.
Dilton Coutinho, fundador do Acorda Cidade, é um radialista renomado com mais de 20 anos de experiência na cobertura jornalÃstica. Ele construiu uma carreira sólida marcada por sua dedicação à verdade e ao jornalismo ético. Atuando em diversos veÃculos de comunicação, Dilton ganhou reconhecimento por sua habilidade em abordar temas complexos com clareza e profundidade. Sua paixão por informar o público e sua integridade profissional fazem dele uma referência no jornalismo contemporâneo.
Dilton Coutinho, fundador do Acorda Cidade, é um radialista renomado com mais de 20 anos de experiência na cobertura jornalÃstica. Ele construiu uma carreira sólida marcada por sua dedicação à verdade e ao jornalismo ético. Atuando em diversos veÃculos de comunicação, Dilton ganhou reconhecimento por sua habilidade em abordar temas complexos com clareza e profundidade. Sua paixão por informar o público e sua integridade profissional fazem dele uma referência no jornalismo contemporâneo.