Embora o presidente estadual do PHS, Júnior Muniz, tenha recebido “carta branca” em Brasília para expulsar Igor Kannário do partido, a tendência é de que o vereador de Salvador permaneça na sigla. O comandante se reuniu com a direção nacional da legenda, na noite de quarta-feira (31), e recebeu o aval de que a decisão será local. O pagodeiro é alvo de uma investigação por ter desacatado uma policial feminina durante a Micareta de Feira de Santana, mas já tinha se envolvido em outras polêmicas, como no próprio carnaval da capital, quando associou a Câmara ao crime organizado, e por se ausentar dos trabalhos legislativos. Apesar de oficialmente o martelo estar com o partido, a palavra final é do Palácio Thomé de Souza, já que o músico foi levado à agremiação pelas mãos do vice-prefeito Bruno Reis (PMDB), com o aval do próprio gestor, ACM Neto (DEM), seu principal cabo eleitoral na campanha de 2016. Júnior Muniz admite que tem sido pressionado pelos correligionários a punir o artista rigorosamente e promete ouvir os demais vereadores – Cátia Rodrigues, Isnard Araújo e Téo Senna –, os membros das executivas estadual e municipal, além do conselho de ética, antes de deliberar. “A pressão é grande pela expulsão, e temos elementos suficientes, mas não vou tomar nenhuma atitude isoladamente”, afirmou o presidente, em entrevista ao bahia.ba. Os encontros estão marcados para esta sexta (2) com a executiva municipal e na próxima semana com os vereadores – segunda (5) – e a direção estadual, em data ainda a ser confirmada. No entanto, a cúpula da prefeitura irá chamar o edil nos próximos dias e vê a possibilidade de uma punição severa como “nula”. A reportagem apurou que o Thomé de Souza aguarda o PHS definir uma solução para o problema – que pode ser uma suspensão ou até mesmo uma mera advertência – e vai dar uma “regulagem” em Kannário. Ele será orientado a “parar de falar besteira” e, principalmente, colaborar com o Executivo na Câmara. Assim como em outras votações importantes, nesta quarta (31), a aprovação do Fundo Municipal da Previdência não contou com a ajuda do artista. As informações são do bahia.ba.
Dilton Coutinho, fundador do Acorda Cidade, é um radialista renomado com mais de 20 anos de experiência na cobertura jornalÃstica. Ele construiu uma carreira sólida marcada por sua dedicação à verdade e ao jornalismo ético. Atuando em diversos veÃculos de comunicação, Dilton ganhou reconhecimento por sua habilidade em abordar temas complexos com clareza e profundidade. Sua paixão por informar o público e sua integridade profissional fazem dele uma referência no jornalismo contemporâneo.
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