A Terceira Turma do Tribunal Regional Federal da Primeira Região (TRF1) condenou ontem, por unanimidade, o ex-dono do Banco Econômico, Ângelo Calmon de Sá, e o ex-vice presidente da instituição, José Roberto de Azevedo, a pelo menos sete anos de prisão, em regime semiaberto, por crimes contra o sistema financeiro. A Justiça ainda vai calcular a pena final, que pode chegar a oito anos e dois meses. Os condenados poderão recorrer em liberdade ao Superior Tribunal de Justiça (STJ). De acordo com a denúncia do Ministério Público, entre maio e junho de 1995, o Banco Econômico fez empréstimos fraudulentos e remessas ilegais de dinheiro para o exterior, tendo movimentado mais de R$ 98 bilhões em operações apontadas como ilegais. Os advogados dos réus não compareceram à sessão para apresentar defesa. O G1 procurou os advogados, mas não tinha conseguido localizá-los até a última atualização desta reportagem. O TRF1 analisou ontem o recurso do Ministério Público e do Banco Central contra uma decisão da primeira instância da Justiça que havia absolvido os dois ex-dirigentes do banco. No julgamento, Ângelo Calmon de Sá foi condenado por gestão fraudulenta, mas foi liberado da punição por dois outros crimes, que prescreveram devido ao fato de o réu ter mais de 70 anos. O ex-vice-presidente do banco, José Roberto de Azevedo, também foi punido por gestão fraudulenta e ainda teve outras duas condenações por evasão de divisas e operações irregulares de câmbio. O relator do caso no TRF1, desembargador Ney Bello, afirmou que houve “gestão temerária” por parte da direção do Banco Econômico. Segundo ele, os empréstimos fraudulentos causaram a falência do banco, o que gerou uma crise econômica na década de 1990. “[O crime] acarretou dano para um volume considerável de pessoas e para o sistema como um todo”, afirmou o desembargador.
Dilton Coutinho, fundador do Acorda Cidade, é um radialista renomado com mais de 20 anos de experiência na cobertura jornalÃstica. Ele construiu uma carreira sólida marcada por sua dedicação à verdade e ao jornalismo ético. Atuando em diversos veÃculos de comunicação, Dilton ganhou reconhecimento por sua habilidade em abordar temas complexos com clareza e profundidade. Sua paixão por informar o público e sua integridade profissional fazem dele uma referência no jornalismo contemporâneo.
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