E eis que nos quatro cantos da vastidão da Bahia, um território quase do tamanho da França, o São João, a festa da mais intensa mobilidade da capital rumo ao interior, com volta complicada, teve uma pauta política nas rodas. Entre um forró e um licor e outro, a pergunta: quem ganha a eleição de 2018, Rui Costa ou ACM Neto? Compreensível. Muita gente que se gosta e mora em lugares distintos se reencontra no calor da mais forte e democrática festa popular nordestina. Objetivamente, sabe lá Deus. Só dizer que, no cenário atual, ainda há muitas pendências importantes, com influência decisiva, especialmente o jogo federal. Há de saber também quais serão as regras, como vão ficar as eleições de deputado, quem vai pagar a conta e, principalmente, quem vai apoiar quem na disputa presidencial. Lula é candidato? Se sim, é uma coisa. Se não, quem? E Neto, cadê o dele? Na Bahia, historicamente, a questão federal influencia decisivamente. Até agora, seja lá como for, a disputa promete.
A pesquisa do Paraná
Fazer pesquisas em tempo distante da eleição é normal, como o Instituto Paraná fez para a Record-Itapoan. Embora tenha um visível defeito de formatação na disputa pelo Senado, quando excluiu Lídice da Mata (PSB) e Walter Pinheiro (sem partido), senadores com mandato, precisando de reeleição, e que obviamente estão no jogo, a do Paraná dá umas dicas. Se Neto aparece com 54% de intenções contra 24% de Rui Costa, de outro lado, também, aparece Jaques Wagner liderando para o Senado (32%) e Lula presidente (47%). Em 2014, Paulo Souto liderou as pesquisas o tempo todo e foi atropelado pela questão federal. É lógico que Neto não é Souto, é mais competitivo, como Rui Costa, com o governo, também não é o mesmo. É governador e estará com a máquina na mão. Ademais, a pesquisa é apreço. Serve aos mesmos propósitos que todas as congêneres pelo Brasil afora, o de vitaminar o noticiário da imprensa. Ressalte-se ainda aí que ela ouviu pouco mais de 1,6 mil pessoas em 70 municípios. Ora, a Bahia tem 417. Os 70 falam pelo conjunto? Na Bahia pesquisas erram muito em tais disputas. As informações são da coluna de Levi Vasconcelos, no bahia.ba.
Dilton Coutinho, fundador do Acorda Cidade, é um radialista renomado com mais de 20 anos de experiência na cobertura jornalÃstica. Ele construiu uma carreira sólida marcada por sua dedicação à verdade e ao jornalismo ético. Atuando em diversos veÃculos de comunicação, Dilton ganhou reconhecimento por sua habilidade em abordar temas complexos com clareza e profundidade. Sua paixão por informar o público e sua integridade profissional fazem dele uma referência no jornalismo contemporâneo.
Dilton Coutinho, fundador do Acorda Cidade, é um radialista renomado com mais de 20 anos de experiência na cobertura jornalÃstica. Ele construiu uma carreira sólida marcada por sua dedicação à verdade e ao jornalismo ético. Atuando em diversos veÃculos de comunicação, Dilton ganhou reconhecimento por sua habilidade em abordar temas complexos com clareza e profundidade. Sua paixão por informar o público e sua integridade profissional fazem dele uma referência no jornalismo contemporâneo.