Política

Sindicato denuncia vínculo precário e atrasos de salários de enfermeiros que atuam pelo município em Feira de Santana

Dart Clair pediu para que os vereadores articulem com os deputados que representam a cidade, a fim de que o projeto 2564 seja pautado e aprovado no Congresso Nacional.

14/12/2021 11h17, Por Maylla Nunes

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A diretora de comunicação do Sindsaúde em Feira de Santana, Dart Clair Cerqueira, utilizou a tribuna da Câmara de Vereadores, nesta terça-feira (14), para denunciar as condições de trabalho que a categoria vem sendo exposta no município de Feira de Santana.

De acordo com ela, os profissionais do município têm um vínculo precário de trabalho, pois são contratados através de empresas terceirizadas, que vêm atrasando salários e demitindo esses profissionais sem o pagamento dos valores que lhes são de direito.

“Nós não podemos mais aceitar nos manter no campo de batalha trabalhando com atrasos de salários. A empresa é a Imaps. Eu faço parte do sindicato que defende a categoria e temos recebido várias denúncias de atrasos já faz três ou quatro meses. Mas essas empresas que são colocadas para gerenciar esses contratos, elas atrasam esses salários e muitas vezes demitem os profissionais sem o recebimento dos direitos”, afirmou a representante sindical.

Ela pediu também o apoio dos vereadores da Casa Legislativa, para que se articulem com os deputados que representam a cidade, a fim de que o projeto 2564, que prevê um piso salarial para a categoria, seja pautado e aprovado no Congresso Nacional.

“Esse projeto trata do piso salarial da enfermagem, que hoje em dia recebe um valor entre R$ 700 a R$1.100 para técnicos. E nós queremos que esse piso seja aprovado para valorizar a classe da forma como ela merece. Viemos aqui fazer uma solicitação de apoio dos vereadores para que eles se articulem com os deputados que estão na Câmara, para que nosso projeto seja pautado e também para reivindicar que o município convoque os profissionais que realizaram o concurso de 2012, que até o momento, a prefeitura vem descumprindo uma ação favorável à categoria”, explicou. (Por Laiane Cruz, com informações do repórter Paulo José do Acorda Cidade) 

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