Feira de Santana

Secretaria interdita boxes de inadimplentes no Mercado de Arte Popular

Com cerca de cem boxes em funcionamento, o Mercado de Arte Popular de Feira de Santana enfrenta a inadimplência dos comerciantes.

31/01/2020 16h15, Por Gabriel Gonçalves

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Gabriel Gonçalves e Ney Silva

Atualizada às 19h40

Com cerca de cem boxes em funcionamento, o Mercado de Arte Popular de Feira de Santana (MAP) enfrenta a inadimplência dos comerciantes. Segundo o Secretário de Trabalho, Turismo e Desenvolvimento Econômico, Antônio Carlos Borges Junior, os comerciantes inadimplentes que não queiram negociar os débitos, terão os boxes interditados.

“Nosso papel é atender as regras que foram pré-estabelecidas na assinatura dos contratos, como a definição dos valores, formas de pagamento e prazos para que as pessoas possam honrar seus compromissos. Temos um universo de quase cem boxes, onde a maioria paga em dia, mas tem alguns que estão inadimplentes, já interditamos alguns estabelecimentos que não cumpriram o papel da negociação.”

Ainda segundo o secretário, as inadimplências ocorrem por alguns fatores como, comerciantes que tiveram problemas de saúde, óbito com familiares e falta de compromisso com o poder público.

“Cada caso é um caso, cada um pensa de um jeito e acha que o poder público tem que dar de graça, mas o nosso papel é tratar todo mundo igual, ser justo no que está sendo feito identificando aqueles boletos que podem ser ajustados dentro dos compromissos de cada um”, afirmou o secretário Antônio Carlos Borges Junior em entrevista ao Acorda Cidade.

Shows no Mercado de Arte

O Secretário informou que foi entregue um abaixo-assinado da Associação do Mercado de Arte, solicitando a suspensão do som em função de que alguns compromissos não foram firmados em palco, como o desacordo de decibéis.

“Algumas exigências dentro do próprio local, não estão sendo seguidas, como a altura de decibéis dos shows que eram realizados no palco, então estamos aqui para acatar com a maioria, suspendemos provisoriamente os shows e marcamos para fevereiro uma reunião, onde estaremos reavaliando todas estas decisões e vendo as possibilidades de ajustar essas questões.”, esclareceu.

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