Feira de Santana

Polícia Civil encaminha ao MP inquérito sobre morte de jovem em intervenção policial

A família de Marcelo afirma que ele não estava armado e não tinha envolvimento com a criminalidade.

24/05/2022 07h59, Por Rachel Pinto

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A Polícia Civil de Feira de Santana remeteu nesta segunda-feira (23) ao Ministério Público (MP), o inquérito sobre a morte do jovem Marcelo Felipe Guerra dos Santos Rocha, de 18 anos, morto no dia 1º de abril durante uma ação policial na Avenida Maria Quitéria em Feira de Santana.

A família de Marcelo afirma que ele não estava armado e não tinha envolvimento com a criminalidade. Uma manifestação pedindo justiça foi realizada na manhã de ontem (23), em frente ao MP, na Avenida Presidente Dutra.

Foto: Aldo Matos/Acorda Cidade
Foto: Aldo Matos/Acorda Cidade

O delegado Rodolfo Faro, titular da Delegacia de Homicídios (DH), responsável por investigar o caso, disse em entrevista ao Acorda Cidade, que assim como outras mortes decorrentes de intervenção policial, a morte de Marcelo tramitou na delegacia e apesar de existir ainda a necessidade de encaminhamento de algumas perícias que foram requisitadas, o inquérito por já ter decorrido o prazo de lei, foi encaminhado ao MP para adoção de medidas pertinentes ao caso.

Foto: Arquivo Pessoal

Segundo ele, vários vídeos foram colacionados aos autos que decorrem da ação policial e são imagens coletadas pelo Serviço de Investigação da DH e encaminhadas pela Secretaria de Prevenção à Violência (Seprev). Todo esse material servirá de subsídio para a apuração do caso.

Sobre os policiais envolvidos na ação policial, Rodolfo Faro relatou que eles narraram a conduta que acarretou a morte do jovem na lavratura do auto de resistência no dia da ocorrência, e que eles iriam ser ouvidos novamente, mas optaram por aguardar perícias que estão pendentes.

“Eles serão ouvidos pelo crivo do judiciário. O inquérito foi encaminhado ao MP em razão da cobrança de familiares e do prazo. E, caso o MP entenda que já há subsídios necessários para uma denúncia ou um arquivamento, fica a critério dele verificar o que já existe e aguardar o envio das perícias”, encerrou.

Com informações do repórter Aldo Matos do Acorda Cidade.

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  1. ferreira disse:

    como sempre ,não resolvem nada ,,como se a polícia tivesse o Dereito de tirar vidas alheia ,sem conta q alem de tirar a vida ,degride a imagem do morto ,pondo uma vela ao lado ,pra incriminar

  2. Antônio disse:

    Muitos bandidos de farda e além de cometerem o crime de assassinato ainda jogam o flagrante nas mãos de um pobre inocente que não está mais aqui pra se defender. Força a esta família que chora a dor da perda brutal. Que os maus policiais paguem pelo que fizeram.

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