Política

Na data em que é celebrado o Dia Internacional da Enfermagem, vereadora diz que classe ainda luta por melhorias

De acordo com a vereadora, atualmente o piso salarial de um enfermeiro muda muito e o máximo que pode receber é cerca de R$ 5 mil reais.

12/05/2021 15h28, Por Gabriel Gonçalves

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A vereadora Lu de Ronny (MDB) que tem em sua formação acadêmica, a enfermagem, informou a reportagem do Acorda Cidade que hoje o dia seria de alegria, no qual marca o 12 de maio, Dia Internacional da Enfermagem, mas não está sendo, devido às lutas que a categoria enfrenta em busca de melhorias.

"Hoje seria uma dia que a gente deveria estar vibrando se a PL 2564/2020 não tivesse sido empatada em sua aprovação. Nós enfermeiros estamos lutando pelas nossas 30 horas, pelo nosso piso salarial, não só nós enfermeiros, mas os auxiliares, técnicos, para que realmente, toda essa classe seja valorizada. Hoje entrei com um pedido de moção e todos os vereadores aprovaram e foi enviado para o senado, para que a gente possa ratificar a importância da PL 2564 da nossa classe da enfermagem", disse.

Ainda de acordo com a vereadora, atualmente o piso salarial de um enfermeiro muda muito e o máximo que pode receber é cerca de R$ 5 mil reais.

"Nosso objetivo é correr atrás do piso salarial porque varia muito. São valores recebidos de acordo com cada instituição, seja público ou privado, existem valores variados e por isso estamos lutando por esse piso. O máximo que pode pagar bem, é o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), que fica entre R$ 5 mil e poucos reais. Infelizmente não compensa, nós que somos da área da saúde, estamos lutando não só com esse piso que envolva a insalubridade, porque afinal de contas, existe uma exposição a todo momento dos enfermeiros, nos dispomos a todo momento, sejam enfermeiros, técnicos e auxiliares. A classe da saúde como um todo que está se arriscando, fizemos o nosso juramento e a gente precisa sim correr o risco, assim como toda profissão tem um risco, mas a da saúde, nós fazemos o juramento e devemos ir até o fim", concluiu. (Por Gabriel Gonçalves, com informações do repórter Paulo José do Acorda Cidade)

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