Saúde

Melasma: 5 coisas que você precisa saber sobre a doença

Essas manchas amarronzadas que surgem na pele incomodam muita gente, principalmente as mulheres.

28/11/2021 08h40, Por Rachel Pinto

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Problemas de pele afetam diretamente a qualidade de vida das pessoas. E o melasma é um deles. Essas manchas amarronzadas costumam a aparecer no rosto, na testa, bochecha, queixo e nariz. Mas, há casos em outras regiões do corpo.

“Apesar de menos comum, as manchas também podem aparecer em outras áreas expostas ao sol, como colo e braços”, completa o dermatologista Bruno Vargas em entrevista à Revista Saúde.

Pensando nisso, listamos 5 coisas que você precisa saber sobre a doença.

1) O que é o melasma e quem é mais acometido

“Trata-se de uma disfunção na pigmentação da pele devido à concentração de melanina, pigmento que dá a nossa cor”, resume Vargas.

E ela pode ser dividida em três categorias: epidérmica, quando a camada mais superficial da pele é afetada; dérmica, com ocorrência das manchas na derme superficial e profunda; e, por fim, a forma mista, caracterizada por surgimento das marcas na epiderme e derme. “Determinar o tipo é essencial para o tratamento”, avisa o dermatologista. Segundo ele, as mulheres entre 25 e 40 anos são as mais afetadas.

2) Relação entre melasma e gravidez

A gravidez não é a responsável pelo surgimento das manchas. Na verdade, não há uma causa decisiva para o surgimento do quadro. “Ocorre que, durante a gestação, os hormônios obtidos pela placenta, como a progesterona, estimulam a hiperpigmentação da pele”, ensina o dermatologista. Por isso, aproximadamente 70% das mulheres com predisposição para o melasma identifica as primeiras manchas durante essa fase da vida.


3) Por que o quadro parece piorar no inverno

“No inverno, um número dos raios é menor, mas ainda assim estamos expostos à radiação. E não só do sol, como também das luzes artificiais ”, relata Vargas. Então, já sabe: na época mais fria do ano, nada de colocar o filtro no fundo da gaveta.

4) Tratamentos disponíveis

De acordo com Vargas, hoje, o mais comum é associação de terapias. Por exemplo: dá para recorrer a medicamentos orais e com ação antioxidante e, à noite, utilizar ácidos mais (ou menos) potentes.

5) O melasma não tem cura

Embora os processos sejam eficazes no manejo das manchas, infelizmente não dá para falar em resolução definitiva do quadro. “Mas saber que é possível controlar o melasma já é um grande alento. É totalmente possível levar uma vida sem essa perturbação constante ”, tranquila Vargas. Com informações da Revista Saúde. 

 

Fonte: Redação Ibahia

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