Feira de Santana

Moradores solicitam recuperação do piso de rua: "Estamos vivendo dentro da poeira"

Para tentar minimizar os danos causados pela poeira, alguns moradores amarraram lençóis nas grandes em frente as casas.

09/07/2024 às 09h46, Por Daniela Cardoso

Compartilhe essa notícia

Avenida Miguel Pinto de Santana (3)
Foto: Paulo José/Acorda Cidade

Cerca de nove famílias, que moram na Rua Miguel Pinto de Santana, no bairro Nova Esperança, em Feira de Santana, estão sofrendo com a situação do piso. O local é caminho para algumas empresas e muitos caminhões pesados transitam diariamente.

📲 NOTÍCIAS: siga o canal do Acorda Cidade no WhatsApp

Avenida Miguel Pinto de Santana (3)
Foto: Paulo José/Acorda Cidade

Os moradores afirmaram em entrevista ao portal Acorda Cidade que o asfalto se desgastou e atualmente as casas ficam cobertas de poeira devido à situação em que o piso se encontra. Para tentar minimizar os danos causados pela poeira, alguns moradores amarraram lençóis nas grandes em frente às casas.

Avenida Miguel Pinto de Santana (3)
Foto: Paulo José/Acorda Cidade

Se quando faz sol, os moradores sofrem com a poeira, quando chove, o problema é a lama. Além de problemas com a manutenção da limpeza das casas, os moradores relatam problemas de saúde, a exemplo de alergias causadas pela quantidade de poeira.

“Estamos vivendo dentro da poeira e quando chove fica tudo cheio de lama. É uma vergonha essa estrada. Aqui mora uma senhora de 92 anos que anda com o nariz ferido de alergia. Por aqui passa muito carro pesado, pois é caminho para quatro empresas grandes e, diante dessa situação, a casa só anda suja, a gente precisa limpar toda hora”, relatou a moradora Nair Anselmo dos Santos.

Avenida Miguel Pinto de Santana (3)
Foto: Paulo José/Acorda Cidade

Outra moradora disse que, além dos problemas de saúde, também sofre com prejuízos financeiros, já que ela trabalhava vendendo lanches, café da manhã e almoço em frente à sua casa, e não conseguiu manter o negócio devido à quantidade de poeira.

“Tive que parar de vender os lanches aqui porque não tem condições devido à poeira. Ninguém conseguia comer aqui. Além disso, tenho um pai acamado, que só anda gripado e a situação é muito complicada. É preciso as autoridades recuperarem o asfalto que sumiu”, afirmou.

Com informações do repórter Paulo José do Acorda Cidade

Siga o Acorda Cidade no Google Notícias e receba os principais destaques do dia. Participe também dos nossos grupos no WhatsApp e Telegram

Compartilhe essa notícia

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Mais Notícias

image

Rádio acorda cidade