Falta de Acessibilidade

Cadeirante enfrenta dificuldades de acessibilidade no Conjunto Feira X

Edson precisou abrir uma valeta, para que a água da chuva pudesse escorrer.

17/06/2022 09h05, Por Gabriel Gonçalves

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Foto: Paulo José/Acorda Cidade

Edson Souza Bezerra, é cadeirante e morador da Rua L, Caminho P, no Conjunto Feira X em Feira de Santana, há mais de 20 anos. Diante das dificuldades em se locomover com o auxílio da cadeira de rodas, Edson também enfrenta as barreiras encontradas no próprio bairro onde reside.

No local, não há nenhum tipo de pavimentação, seja calçamento em paralelepípedo ou até mesmo asfalto. Em período de chuva, toda terra vira lama, prejudicando mais ainda, a mobilidade de Edson.

Foto: Paulo José/Acorda Cidade

Ao Acorda Cidade, ele contou que a situação já virou rotina, e até mesmo, os condutores de veículos e motocicletas, enfrentam dificuldades em trafegar pelo local no período de chuva.

“Para sair daqui, é um maior trabalho, é uma situação bem complicada. Nós temos uma ladeira aqui, e toda essa parte é de terra, então quando chove, tudo isso vira lama, mas eu não tenho opção, seja para sair de casa ou retornar, eu tenho que passar por este caminho, até os carros ficam impossibilitados de subirem aqui. Então para tentar minimizar todo este sofrimento, eu peguei uma enxada a fui espalhando a terra, para ter condições de passar com a cadeira de rodas, porque estava ficando cada vez mais difícil isso aqui. Ninguém da prefeitura esteve aqui, até vieram três vereadores aqui, mas não tive retorno”, contou.

Foto: Paulo José/Acorda Cidade

Ainda segundo Edson, as vezes é preciso ficar ‘preso’ dentro de casa no período de chuva, pois a força da água deforma o caminho, provocando grandes buracos.

Ao Acorda Cidade, o superintendente de Obras e Manutenção do município, João Vianney, informou que os caminhos do Conjunto Feira X, são feitos em concreto, mas afirmou que uma equipe estará no local para avaliar.

Com informações do repórter Paulo José do Acorda Cidade

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  1. Magaly disse:

    Essa é a realidade de Feira de Santana. No bairro Ponto Central, por exemplo, além dos buracos , tem os empresários que se apossam das calçadas, colocam correntes para estacionamento, vide o prédio antigo da estação nova, e não deixam espaço para pedestres, muito menos para pessoas com problemas de locomoção. O pode público, tudo vê e nada faz. Qto vale uma calçada em Feira?

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