Educação

Professores da Uefs avaliam possível paralisação das atividades por 24 horas

Outras universidades estaduais da Bahia também avaliam a possibilidade de paralisação de 24 horas

19/05/2022 07h12, Por Acorda Cidade

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Foto: Adufs

Nesta quinta-feira (19), os professores da Universidade Estadual de Feira de Santana (Uefs) estarão reunidos em assembleia para discutir, entre outros pontos, a possibilidade de paralisação das atividades acadêmicas durante 24 horas. A pauta também será apreciada pela categoria nas universidades do Estado da Bahia (Uneb), de Santa Cruz (Uesc) e do Sudoeste da Bahia (Uesb).

Caso aprovada, a suspensão dos trabalhos ocorrerá de forma conjunta nas quatro instituições até o início de junho.

De acordo com a Associação dos Docestes da Uefs (Adufs), a mobilização é uma das diversas ferramentas usadas pelo movimento docente para pressionar o governo Rui Costa a retomar o diálogo através do restabelecimento da mesa permanente de negociação, resultante do acordo da greve de 2019, mas suspensa de forma unilateral pelos próprios gestores públicos ainda naquele ano.

Segundo a associação, a cobrança ao governo também tem sido feita através da ida dos professores aos eventos oficiais do governo a fim de tentar entregar a pauta ao governador e reivindicar o diálogo; protesto em vias públicas; mobilização na Secretaria Estadual da Educação, em Salvador; além da organização de uma ampla campanha de mídia, com produção de conteúdo para divulgação em programas de rádio, TV, jornal impresso, site e redes sociais.

A Adufs destaca que os professores das universidades estaduais estão sofrendo “o aumento da alíquota de contribuição previdenciária e redução dos benefícios associados à saúde e seguridade social, alterações perversas no Estatuto do Magistério Superior, graves perdas salariais, sentidas especialmente com a alta nos preços dos alimentos, combustíveis, luz, gás de cozinha e outros itens essenciais à sobrevivência, além de diversas outras ações que precarizam as condições de trabalho e diminuem o poder de compra do servidor.”

A entidade também reclama do orçamento inferior às necessidades das demandas relacionadas ao ensino, à pesquisa e à extensão.

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