Política

Presidente do MDB avalia candidatura própria para prefeito de Feira e o futuro de Colbert Martins no partido

Alex Futuca ressaltou que MDB na Bahia faz parte do governo de Jerônimo Rodrigues e que irá dialogar com o prefeito de Feira, Colbert Martins, sobre os rumos dele dentro do partido.

14/02/2023 às 12h09, Por Dilton e Feito

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Foto: Paulo José/ Acorda Cidade

O presidente do MDB na Bahia, Alex Futuca, falou nesta terça-feira (14) sobre o futuro do partido nas próximas eleições em Feira de Santana.

De acordo com ele, o caminho natural é que o MDB possua candidato próprio para prefeito de Feira de Santana. “É natural ter candidatos em todos os municípios da Bahia. Aonde a gente puder ter candidatos, vamos ter, não haverá nenhuma dificuldade, logicamente que conversando.”

Ele ressaltou que MDB na Bahia faz parte do governo de Jerônimo Rodrigues e que irá dialogar com o prefeito de Feira, Colbert Martins, sobre os rumos dele dentro do partido.

“O prefeito de Feira já está no segundo mandato dele, porque ele assumiu a metade do primeiro mandato, foi para a reeleição, então ele já não pode mais ser candidato. Então vamos sentar, conversar, e respeitar a posição. Logicamente, o partido nacionalmente também os grandes líderes tomaram rumos diferentes, então a gente respeita muito a posição interna do partido. Sempre temos que conversar, até porque a gente sabe que na política as coisas mudam, e o interesse é que o MDB se fortaleça cada vez e esse será nosso caminho sempre, do diálogo. Essa é uma discussão que vai ser feita internamente, e no momento certo vamos ter essa conversa”, resumiu.

Quando à presença da senadora Simone Tebet no governo, como Ministra do Planejamento e Orçamento, Alex Futuca avalia que o cargo foi uma escolha do presidente Lula, e que é preciso ter tranquilidade.

“Nós estamos conversando, a senadora é um grande quadro, foi uma escolha do presidente. E acho que precisamos deixar o presidente iniciar o governo dele, como iniciou bem, então acho que não é o momento de estar cobrando nem apontando nada. Temos que ter tranquilidade, e o mais importante é colocar o país no trilho do desenvolvimento, gerando emprego e renda para as pessoas, tirando a população da miséria, que as pessoas estão passando fome no Brasil hoje, e isso é inadmissível em um país com grandes riquezas”, opinou. (Por Laiane Cruz, com informações do repórter Paulo José do Acorda Cidade)

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  1. Vamos “arranjar” um cargo pro pobre político SE ficar sem mandato. É uma doença que a maioria não larga quando entra na politica. Parece um vício e esquecem do resto. A maioria esquece até que existe “trabalho” fora das “pongas políticas”. Burro é o eleitor que trabalha ate 24 hs dia pra SUSTENTAR as mamatas e benesses desta raça, até “aposentados” com um mandato de qualquer tempo. NENHUM POLÍTICO QUER A REFORMA POLÍTICA E ADMINISTRATIVA, principalmente SE for elaborada com a participação popular, um Plebiscito.

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