Consultas de pré-natal crescem 86% no País

07/03/2010 às 11h50, Por Dilton e Feito

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Agência Estado

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Levantamento feito pelo Ministério da Saúde às vésperas do Dia Internacional da Mulher mostra que em cinco anos o número de consultas de pré-natal aumentou 86,4% – saltou de 9,8 milhões, em 2003, para 18,2 milhões, em 2008.

Para o diretor do Departamento de Ações Programáticas Estratégicas do ministério, José Luiz Telles, a principal causa do crescimento é o aumento da cobertura do Programa Saúde da Família (PSF). "A mulher já não precisa procurar um hospital para as consultas de acompanhamento da gravidez. Ela vai até o posto mais perto de sua casa. E, se não for, o agente de saúde vai à casa dela saber o que está acontecendo."

O número maior de consultas de pré-natal se refletiu na queda da mortalidade materna. O dado mais recente é de 2007: de cada 100 mil mulheres que dão à luz uma criança viva, 50,3 morrem. Em 2003, essa taxa era de 52,1 por 100 mil; em 2004, de 54,4 por 100 mil.

"O pré-natal identifica situações de risco. Uma das maiores causas de morte materna é a hipertensão seguida de hemorragia, que é facilmente diagnosticada no pré-natal", afirmou Telles. Ele ressalta que o ministério tem investido na notificação de morte de gestantes. "Precisamos investigar para corrigirmos potenciais falhas no acompanhamento da gravidez."

A maior cobertura do PSF também permitiu ampliar o acesso a métodos contraceptivos – em 2008, 34,5 milhões de mulheres de 10 a 49 anos foram atendidas em consultas de planejamento familiar, ante 30,2 milhões em 2003. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo. 

 

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A quantidade de dentistas vinculados ao Sistema Único de Saúde (SUS) cresceu 49% entre 2002 e 2009. Nesse período, o número de profissionais ultrapassou de 19 mil contratações. Os dados foram divulgados pelo Ministério da Saúde após uma pesquisa realizada durante o ano de 2009.Segundo o coordenador nacional de Saúde Bucal do Ministério da Saúde, Gilberto Pucca, a expansão dos serviços públicos na área de odontologia é consequência do investimento no Programa Brasil Sorridente.

O coordenador afirma que essa é a primeira vez que o país tem uma política pública de saúde bucal. “O Brasil tem uma história de quase total abandono (com a saúde bucal), só quem tinha dinheiro fazia tratamento odontológico.

Segundo o Ministério da Saúde, o Brasil Sorridente recebeu, entre 2003 e 2006, investimentos de mais de R$ 1,2 bilhão. Entre 2007 e 2010, o montante investido alcançará cerca de R$ 2,7 bilhões. Com o crescente investimento, o número de Equipes de Saúde Bucal passou de 4.261 para 18.982, tendendo a 84,8% das cidades brasileiras. As equipes são responsáveis pelo primeiro atendimento e procedimentos simples, como extração dentária, restauração, pequenas cirurgias e aplicação de flúor.

O Brasil Sorridente é o principal programa da Política Nacional de Saúde Bucal do governo federal e tem o objetivo de garantir ações de promoção, prevenção e recuperação da saúde bucal dos brasileiros, com tratamento odontológico gratuito por meio do SUS. As informações são do portal Ibahia.

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