Feira de Santana

Comerciantes do Shopping Popular dizem que podem voltar à Sales Barbosa se não houver diálogo com o prefeito

A categoria deve voltar a se manifestar na segunda-feira (25).

22/10/2021 12h31, Por Rachel Pinto

image image image image image

Compartilhe essa notícia

image image image image image

PUBLICIDADE

PUBLICIDADE

Rachel Pinto

Os comerciantes que trabalham no Shopping Popular em Feira de Santana e protagonizaram mais uma manifestação nesta sexta-feira (22) em frente à prefeitura, disseram à reportagem do Acorda Cidade que estão decididos a voltar ao calçadão da Rua Sales Barbosa, caso não haja um diálogo com a prefeitura.

A manifestação de hoje foi suspensa a pedido do capitão da Polícia Militar, Djomar Cruz, subcomandante da 64ª Companhia Independente de Polícia Militar (CIPM), mas os comerciantes afirmam que a luta continua e que a categoria deve voltar a se manifestar na segunda-feira (25).

Foto: Ney Silva/Acorda Cidade

Rogério Pereira, da Associação dos Comerciantes do Shopping Popular, relatou que a manifestação de hoje foi suspensa para não causar problemas ao trânsito e ao direito de ir e vir das pessoas, bem como para liberar os manifestantes para realizar suas atividades do dia a dia.

“Nossa luta é que a gente seja ouvido pelo poder público. Eu entendo que estamos fazendo um certo transtorno para a sociedade a qual muitas pessoas não tem nada a ver. Justamente por isso que tivemos um diálogo em com a PM e a organização do trânsito. A classe está unida e na expectativa do poder público vir nos atender, olhar para nós porque estamos sofrendo no Shopping Popular e é necessário que os órgãos competentes possam tomar providência”, declarou.

Rogério comentou que os comerciantes podem voltar a trabalhar na Sales Barbosa se não houver a conversa com o governo municipal. De acordo com ele, a maioria está sem pagar as taxas do empreendimento, porque não há rentabilidade.

Foto: Ney Silva/Acorda Cidade

“Não temos rentabilidade para pagar. Ou voltamos para as ruas ou vamos virar bandidos. E, isso não é da nossa índole. Somos acostumados a trabalhar e a sustentar a nossa família com o suor do nosso rosto. É uma situação muito delicada e eu peço encarecidamente em nome de Jesus que o poder público venha olhar para essa classe e resolver esse problema”, frisou.

O capitão Djomar Cruz que acompanhou a manifestação dos comerciantes explicou ao Acorda Cidade que a polícia sempre está presente neste tipo de movimento e não é para reprimi-lo, mas para orientar os participantes e para que a ordem pública não seja quebrada. Ele contou que conversou com os manifestantes, houve o entendimento e assim decidiram por encerrar o ato.

Foto: Ney Silva/Acorda Cidade

“Tem senhoras, crianças no asfalto e não é interessante, não adianta vir para manifestar sobre algo e perder a saúde. Estamos em um momento que temos que zelar por nós e pelo nosso semelhante e se assim não for, a gente acaba se prejudicando. Fiz vê-los essa situação, eles acataram e estão retirando as barracas, as barricadas e estão voltando à normalidade para trazer a ordem do trânsito para o centro”, concluiu.

Foto: Ney Silva/Acorda Cidade

 

Com informações do repórter Ney Silva do Acorda Cidade.

 

Leia também:

Em busca de diálogo com a prefeitura, comerciantes do Shopping Popular fazem nova manifestação nesta sexta-feira (22)


Prefeitura considera manifestações como desejo de retrocesso em Feira de Santana

Compartilhe essa notícia

image image image image image image

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.

Captcha

PUBLICIDADE

PUBLICIDADE

Mais Notícias

PUBLICIDADE

PUBLICIDADE

image

Rádio acorda cidade