Bahia

Cidade inundada após rompimento de barragem receberá R$ 265 mil como ajuda humanitária da União

Conforme Carlos Sobral, prefeito de Coronel João Sá, quantia será destinada à compra de produtos básicos.

16/07/2019 12h46, Por Rachel Pinto

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Desde 11 de julho, quando ocorreu o rompimento da barragem, o número de desalojados vem aumentando. Conforme os dados mais atualizados, divulgados pela pela Defesa Civil da Bahia nesta terça, o número de desabrigados e desalojados em Coronel João Sá permanece o mesmo de segunda-feira: 320 desabrigados e 2.080 desalojados.

Já em Pedro Alexandre, a outra cidade que foi atingida pela água da barragem, o levantamento desta terça aponta 80 moradores desabrigados e 760 desalojados.

No domingo, após sobrevoar a cidade, o governador da Bahia, Rui Costa, anunciou que as casas que foram construídas próximas ao Rio do Peixe, na região afetada, serão demolidas.

O Governo Federal reconheceu a situação de emergência e calamidade pública das cidades de Coronel João Sá e Pedro Alexandre na última sexta-feira.

Animais afetados

Cerca de 300 animais atingidos pela enchente já foram atendidos entre a sexta-feira (12) e a manhã desta terça-feira (16), em Coronel João Sá. Os atendimentos são feitos por um grupo que faz parte do Conselho Regional de Medicina Veterinária de Minas Gerais, que chegou para prestar apoio ao conselho da Bahia.

Conforme Carla Sá, que faz parte do grupo, vários tipos de trabalhos, como resgate, atendimentos e orientação, são feitos na região.

“Nós estamos aqui prestando assistência aos animais atingidos, principalmente os que tem tutores e o que estão em produção. Todos os animais que precisam de resgate são resgatados, e os que precisam de atendimentos também”, afirmou a Carla.

Além disso, o trabalho do grupo é ajudar no combate à proliferação de zoonoses, já que a água que vazou da barragem passou por vários locais onde os animais eram criados. A recomendação é que a população fique atenta a qualidade da água e da carne.

“Essa pocilga tem mais de 100 porcos, criados sem nenhum controle sanitário, nas margens do rio, a menos de 100 metros de distância. Esses animais são alimentados com lavagem e também com miúdos de frango. Vários órgão responsáveis já visitaram aqui, e estamos montando um plano de ação que seja efetivo tanto para os animais quanto para as pessoas. Aqui existe grande risco de contaminação, de várias zoonoses", completou Carla.

Fonte: G1

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