Doação de Sangue

Cerca de 40 policiais comparecem ao Hemoba para doação de sangue em Feira de Santana

É a 3ª edição da Campanha que a Polícia Militar desenvolve junto ao Hemoba, com o objetivo de mobilizar não somente a tropa, mas a sociedade como um todo.

01/03/2022 14h55, Por Laiane Cruz

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Laiane Cruz

O Comando de Policiamento Regional Leste (CPRL) lançou nesta terça-feira (1º) uma campanha de doação de sangue junto às unidades do Hemoba. Em Feira de Santana, cerca de 40 policiais compareceram à unidade de coleta, que fica no cruzamento da Avenida Maria Quitéria com a Presidente Dutra.

Foto: Ney Silva/Acorda Cidade

De acordo com o Comandante do Serviço de Valorização Profissional da Polícia Militar (Servap), Major Agassiz Jorge, essa é a 3ª edição da Campanha que a Polícia Militar desenvolve junto ao Hemoba, com o objetivo de mobilizar não somente a tropa, mas a sociedade como um todo.

Foto: Ney Silva/ Acorda Cidade

“Essa campanha começou no dia 17 de fevereiro em Salvador e está se estendendo por todo o território baiano. Aqui na região leste, a campanha está sendo lançada hoje e será até o dia 10. A comunidade pode se dirigir ao Hemoba no cruzamento da Maria Quitéria com a Presidente Dutra. Ressaltando que na região leste temos quatro unidades do Hemoba, uma aqui em Feira de Santana, outra em Santo Antônio de Jesus, Alagoinhas e Ribeira do Pombal. Toda a nossa tropa e assessoria de comunicação social estão envolvidas nessa campanha, como também a comunidade para que todos percebam que os nossos bancos de sangue precisam estar abastecidos, para na hora de uma necessidade de transfusão não ter toda aquela agonia que as famílias passam, até de desespero, buscando alguém para essa transfusão. A Polícia Militar tem que ressaltar esse compromisso com a população baiana”, afirmou o major.

Foto: Ney Silva/Acorda Cidade

Em relação ao papel do Servap, o Major Agassiz Jorge ressaltou que o serviço busca a valorização do profissional, ao ofertar apoio através da clínica psicológica, onde os policiais são incentivados a fazer a terapia durante a sua carreira.

“Se o policial não fizer no dia a dia a sua terapia, vai chegar a um adoecimento e não vai perceber. Então as doenças emocionais não chegam de uma vez, elas vão acometendo as pessoas ao longo do tempo. E no momento que as pessoas vão esvaziando no dia a dia vai demorar de encher. A Polícia Militar trabalha nessa prevenção e a gente ampliou agora a nossa clínica terapêutica, a gente tem um espaço fora do Servap, que tem funcionado em parceria com o esquadrão de Polícia Montada, onde a gente oferece a terapia de grupo, equoterapia, massoterapia, e educação física. Então eles passam uma manhã lá fazendo esse trabalho preventivo para que o policial esteja bem no seu dia a dia”, disse.

Foto: Ney Silva/Acorda Cidade

O major destacou ainda que, até 2025, o objetivo da PM é fundar o Centro de Referência em Valorização Profissional, caminhando para um trabalho multiprofissional.

“A gente já está com essa clínica psicológica, e estamos buscando fisioterapia, assistente social, nutrição, educador físico, assistente jurídico, para que a gente possa atender os nossos policiais de uma forma bem específica, pois no momento que a gente valoriza a nossa tropa, o nosso policial através do seu bem-estar vai prestar um serviço cada vez melhor à sociedade baiana. Esse é o objetivo da Polícia Militar, tratar bem nossos policiais, cuidar de quem cuida”, ressaltou.

Foto: Ney Silva/Acorda Cidade

A assistente social do Hemoba, Márcia Almeida, considera muito importante essa parceria da Polícia Militar, que está ocorrendo em todo o estado.

“Além da Polícia Militar estar vindo fazer a sua doação, está mobilizando toda a população. Eles estão fazendo cards, divulgação, então é uma campanha que extrapola as barreiras da PM e vai para a sociedade. É uma sensibilização para que todos venham realizar a sua doação de sangue. A gente trabalha em rede. A nossa unidade recebe os doadores, coleta o sangue, e dependendo da necessidade da rede, ele é distribuído também”, explicou.

Com informações do repórter Ney Silva do Acorda Cidade

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