Empregos

Bahia registra o maior saldo positivo de vagas de empregos formais da Região Nordeste

No acumulado dos últimos seis meses, o estado alcançou mais de 76,5 mil pessoas com emprego de carteira assinada.

30/07/2022 09h47, Por Acorda Cidade

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Foto: GOV.BR

Com mais de 13 mil postos criados, estado chegou ao sexto mês consecutivo de alta. Em junho, todas as Unidades da Federação também registraram alta no número de postos formais

A Bahia foi o estado do Nordeste com o maior número de vagas formais de emprego criadas no mês de junho. O número chegou a 13.079 novos postos, registrando o sexto mês consecutivo de alta. No acumulado dos últimos seis meses, o estado alcançou mais de 76,5 mil pessoas com emprego de carteira assinada.

Os dados são do Ministério do Trabalho e Previdência, presentes no Novo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Novo Caged). As informações foram divulgadas nesta quinta-feira (28).

Com quase a metade das vagas, o setor que mais registrou alta foi o de Serviços, com a criação 4.178 postos na administração pública, educação, saúde, serviços sociais, entre outros. Apresentando os mesmos números, Indústria e Comércio registraram 2.767 novos postos. Também tiveram saldo positivo a Agropecuária e Construção, com 1.733 e 1.634 respectivamente.

Em toda a Região Nordeste, foram computadas 52.122 novas vagas formais, com o maior registro no estado da Bahia (13.079), seguido por Ceará (9.605) e Pernambuco (7.166). Os demais estados também apresentaram alta no mês de junho, com a sequência formada por Maranhão (6.626), Piauí (4.077), Rio Grande do Norte (3.606), Paraíba (3.602), Alagoas (3.513) e Sergipe (848).

CENÁRIO NACIONAL

No acumulado de janeiro a junho de 2022, o Brasil registrou um saldo de 1.334.791 de novos empregos formais, decorrente de 11.633.347 admissões e 10.298.556 desligamentos. Os dados indicam um aquecimento da economia, visto que o total de admissões no período foi 14,2% superior ao mesmo período de 2021.

Ainda, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), há indícios da recuperação continuada do mercado de trabalho. Segundo a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua), realizada pela instituição, a taxa de desemprego no Brasil ficou em 9,3% entre os meses de abril e junho. É a menor taxa do período desde 2015.

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