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Publicado em 01/01/2012 23h51.

Feirenses reclamam de dificuldades para ir à praia

Dezenas de pessoas dos mais diversos bairros de Feira de Santana ficaram sem viajar por falta de carros. Os destinos das viagens eram as praias de Cabuçu, Madre de Deus e Salvador.
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Feirenses reclamam de dificuldades para ir à praia
Ney Silva/Acorda Cidade

Ney Silva


Neste domingo (01), dezenas de pessoas não conseguiram deixar Feira de Santana e viajar com destino as praias de Salvador, Madre de Deus e principalmente Cabuçu. Homens, mulheres e crianças começaram a se aglomerar no cruzamento da rua Castro Alves com a Avenida Getúlio Vargas. Com oferta reduzida e muita demanda a passagem ficou cara para quem conseguiu vagas em um ônibus ou Van.


Segundo algumas pessoas, enquanto no ano passado a viagem de ida e volta custava R$ 30, este ano esse valor foi apenas para ida e em alguns casos chegou a R$ 50 por passageiro. As dificuldades eram muitas o que gerou reclamações.


O pintor Jonesvaldo Oliveira dos Santos,  costuma viajar com a família e amigos para Cabuçu todos os anos. Ele chegou por volta das 5h e até ás 10h não estava conseguindo transporte para viajar.
“Ano passado tinha carro à vontade e este ano estamos com dificuldades", afirmou.


A auxiliar de laboratório Fernanda Azevedo também estava na esperança de conseguir transporte para passar o domingo na praia. “Chegamos cedo e não temos como ir por falta de transporte", disse.

A comerciante Jocelina de Jesus Macedo todo ano vai para Cabuçu vender sorvete em um pequeno carro. Ela também lamentou a falta de um ônibus para ir a praia. "Tem muita gente no ponto e poucos ônibus, se estava difícil viajar,  com mercadoria era muito pior”, disse.

O vendedor ambulante Jones Pereira dos Santos conhecido como o "Rei do Coco", estava acompanhado da esposa e também reclamou da falta de transporte. " Estou aqui para ir a praia. Tomara que chegue transporte", informou Jones, que pretendia ir para Madre de Deus.

O mecânico Sinézio de Jesus queria ir para Cabuçu com a esposa e os  filhos. " Tem poucos carros. Precisa-se de pelo menos mais 10 ou 15 veículos", avaliou.

Fotos: Ney Silva/Acorda Cidade







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