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Publicado em 14/01/2022 17h44.

Após ficar internado por 17 dias em Hospital, paciente perde movimento das pernas e tem atendimento negado

De acordo com o paciente, a equipe médica alega que o problema pode ter sido provocado pelos medicamentos.
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Após ficar internado por 17 dias em Hospital, paciente perde movimento das pernas e tem atendimento negado
Foto: Paulo José/Acorda Cidade

Gabriel Gonçalves

Atualizada às 21:28

O segurança Arivaldo Pereira de Oliveira, conhecido como 'Kinho Gordo', deu entrada no Hospital Dom Pedro de Alcântara (HDPA) em Feira de Santana, no dia 30 de outubro, por causa de uma infecção sanguínea e pedras nos rins.

Ao Acorda Cidade, ele contou que precisou ficar internado na UTI por 17 dias e depois recebeu alta hospitalar. Segundo Arivaldo, no momento de sair da unidade, sentiu fraqueza nas pernas, mas foi orientado que poderia ser efeito das medicações que estava fazendo uso.

"Eu fiquei internado aqui na UTI do Dom Pedro, naquela área do Incardio, depois me transferiram para o Centro de Reabilitação e depois recebi a alta, a médica dizendo que eu já estava bom, porém eu aleguei dizendo que não estava sentindo minhas pernas, não conseguia ficar em pé. Ela me disse que era o efeito das medicações que eram fortes por conta da infecção. Passei todo este período sentindo as pernas com fraqueza. Hoje eu retornei aqui no Dom Pedro, graças a Deus os problemas renais, já foram resolvidos, embora ainda esteja com as pedras, mas a infecção no sangue também foi curada, mas eu não consigo ficar em pé. Vim em busca do atendimento e fui recebido muito mal aqui, estou em busca de um retorno, uma revisão, mas ninguém quer me atender, dizendo que eu tenho que procurar uma UPA, uma Policlínica, só que assim, foi uma situação causada pela Dom Pedro, e querem que eu vá buscar atendimento em outro local", lamentou.

Ainda de acordo com Arivaldo, nenhum relatório foi dado após a alta hospitalar, apenas uma receita médica.

"Isso foi em novembro e eu ainda estou aqui sofrendo. Eles não me deram nenhum relatório, apenas receita de remédio, trabalhei alguns dias, mas não tive forças, teve um dia que eu caí na empresa e agora sigo sem trabalhar, porque não estou tendo condições. Meus dias estão sendo descontados, preciso ficar me arrastando, os braços também não estão mais aguentando por conta do meu peso, cheguei aqui por volta das 7h da manhã, já são quase 12h e até o momento não recebi o atendimento. Não sei se isso pode ter relação com negligência médica ou se eu tomei muitos remédios, sei que meus nervos não estão mais aguentando ficar em pé. Minhas pernas estão inchadas, e só mandam procurar uma UPA ou Policlínica", concluiu.
 

A respeito do internamento de Arivaldo Pereira de Oliveira, a Santa Casa de Feira de Santana informou em 17 de janeiro de 2022 que o paciente foi atendido na Unidade de Terapia Intensiva, UTI, do Hospital Dom Pedro de Alcântara em atendimento à regulação encaminhada pela Secretaria Municipal de Saúde.

Com a melhora do quadro inicial, o paciente teve alta médica da UTI, não havendo motivo para permanecer na unidade hospitalar. Transcorridos 60 dias, com novo quadro agudo de saúde, caso o paciente necessite assistência médica, deve se dirigir à rede de urgência e emergência do município. 

 

 

Notícia atualizada para acréscimo de esclarecimento da Santa Casa de Feira de Santana

Com informações do repórter Paulo José do Acorda Cidade

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