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Publicado em 07/10/2021 17h11.

Professores da rede municipal se reúnem em assembleia para discutir falta de pagamento integral

Uma nova assembleia será realizada no dia 19 de outubro.
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Professores da rede municipal se reúnem em assembleia para discutir falta de pagamento integral
Foto: Paulo José/Acorda Cidade

Gabriel Gonçalves

Os professores da rede municipal de Feira de Santana, se reuniram na tarde desta quinta-feira (7) em uma assembleia, para discutir as principais insatisfações que a categoria está tendo, com relação à gestão municipal.

Em entrevista ao Acorda Cidade, a presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Educação (APLB) de Feira de Santana, Marlede Oliveira, explicou que os professores não estão recebendo o salário de forma integral, além de outros pontos que foram pautados durante o encontro.

"Nós definimos hoje que teremos uma nova assembleia no dia 19 e já iremos encaminhar para a secretária de educação, professora Anaci Paim, tudo que nós discutimos aqui. Queremos o pagamento integral, além de ser resolvido os 5% dos professores do Fundamental II, a mudança de referência dos professores, além de tudo que já tínhamos em pauta. A secretária ficou de levar para o prefeito e nos dar uma resposta. Então caso no dia 19 não tenha essa reposta, nossa categoria já está em mobilização e aprovado estado de greve", afirmou.

Foto: Paulo José/Acorda Cidade

De acordo com a sindicalista, não há motivos para que outras categorias estejam recebendo o salário integral e os professores, recebam de forma parcelada.

"No ano passado, o governo recebeu R$ 201 milhões do Fundeb, e neste ano foram R$ 248 milhões, então quer dizer que aumentou R$ 47 milhões e nossa categoria recebe o salário parcelado. Tem professor que trabalha de manhã e de tarde e recebe apenas 20h porque tem tabela de pagamento, então desde abril, maio, junho, julho, agosto e agora setembro, foi pago no dia 30, 50% e os outros 50% seria no 5º dia últil que já passou. Isso está prejudicando todo mundo, a categoria está insatisfeita, está indignada e é preciso que o governo resolva. Inclusive já estivemos com o secretário de administração e ele informou que a decisão é do prefeito pagar o salário parcelado e não aceitamos isso. Então agora vamos aguardar o dia 19 e caso não tenhamos resposta, iremos decretar a greve por tempo indeterminado", concluiu.

Fotos: Paulo José/Acorda Cidade

Com informações do repórter Paulo José do Acorda Cidade

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