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Dom Itamar Vian

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Publicado em 06/09/2021 13h16.

Prevenir o suicídio

Precisamos, primeiro, nós aproximar da pessoa que está sofrendo, sabermos ler os sinais, interpretá-los e nos sentirmos um pouco mais capazes e menos temerosos de ajudar. Falar sobre o assunto.
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Prevenir o suicídio
Foto: CNM

Durante o mês de setembro é realizada, no Brasil, a campanha de conscientização sobre a prevenção do suicídio. É chamado “Setembro Amarelo” porque, no trânsito, o sinal amarelo significa alerta (sinal para manter-se em vigilância) antes de abrir o sinal vermelho.

SEGUNDO a Organização Mundial da Saúde (OMS), aproximadamente 800 mil pessoas se matam a cada ano, ou seja, 2.200 a cada dia. No Brasil, 12 mil por ano, o que dá uma média de 32 suicídios por dia. Quais são os sinais de alerta que podem levar ao suicídio? Entre outros, podemos citar os seguintes: Problemas afetivos, brigas na família, solidão, desemprego, depressão, isolamento, estresse, alcoolismo, drogas, falta de ideais de vida... Esses sinais nunca devem ser considerados isoladamente.

QUANDO uma pessoa se mata, familiares e amigos se perguntam: Por que ela fez isso? Não pensou em nós? Será que deixamos de fazer alguma coisa que poderia ter evitado o suicídio? Outros afirmam: Estava sofrendo! Foi egoísta! Ou, foi fraca! Há bastante confusão de sentimentos. Muitas famílias sentem-se, parcialmente, responsáveis pelo que aconteceu.

O QUE FAZER para prevenir o suicídio? Precisamos, primeiro, nós aproximar da pessoa que está sofrendo, sabermos ler os sinais, interpretá-los e nos sentirmos um pouco mais capazes e menos temerosos de ajudar. Falar sobre o assunto. É um tema delicado, por isso, muitas vezes, preferimos colocar “embaixo do tapete”. Somente com educação e esclarecimento é possível reduzir os suicídios.

O SUICÍDIO é um grave problema que atinge adultos, jovens, inclusive adolescentes e crianças, deixando feridas incuráveis no coração de famílias. Todos devem aprender sempre mais sobre os sintomas que indicam o risco desse mal para, quando necessário, poder intervir e ajudar a salvar vidas, recuperá-las, reconduzindo sempre as pessoas para a convivência familiar e adequada inserção social.

SOMOS administradores e não proprietários da vida que Deus nos deu como um precioso presente. Não podemos dispor dela. É de Deus. Mesmo assim, não se deve desesperar da salvação das pessoas que se mataram. Deus, que é misericordioso, pode, dar-lhes ocasião de um arrependimento até o último segundo. Ele quer a salvação de todas as pessoas.

Dom Itamar Vian
Arcebispo Emérito
[email protected]

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