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Publicado em 22/07/2021 09h50.

'Eu não sabia. Fui atropelado por um trem', diz general Ramos sobre demissão da Casa Civil

Para ele, as mudanças estão associadas a 'motivos políticos'.
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'Eu não sabia. Fui atropelado por um trem', diz general Ramos sobre demissão da Casa Civil
Foto: Marcelo Camargo / Agência Brasil | Luiz Eduardo Ramos

Considerado um dos mais leais colaboradores e amigos de Bolsonaro, o general Luiz Eduardo Ramos afirmou que não fazia a menor ideia de que seria demitido da Casa Civil. A pasta passará a ser comandada pelo senador Ciro Nogueira (PP), em mais um avanço do central ao núcleo de decisões do governo. Ramos havia encontrado o presidente logo após a internação em São Paulo.

“Eu não sabia, estou em choque. Fui atropelado por um trem, mas passo bem”, disse ele ao Estadão, tentando demonstrar bom humor. Ele garantiu ter isso informado nesta quarta (21) sobre a mudança, no entanto, não garantiu sua eventual ida para a Secretaria-Geral da Presidência, em substituição a Onyx Lorenzoni, que deverá assumir o comando do Ministério do Trabalho em um provável renascimento da pasta. 

“O presidente é ele, eu sou soldado, cumpro missão. Aprendi, em 47 anos de vida militar, que soldado não escolhe missão. Se ele me der outra no governo, eu aceito”, antecipou o general, que manifestou o desejo de permanecer com gabinete no Planalto.

De acordo com reportagem do Estadão, Ramos tem uma situação particularmente delicada no governo: general de quatro estrelas, topo da carreira militar, ele abriu mão de um ano e seis meses no Exército, desistiu do sonho de ser comandante do Leste, no Rio de Janeiro, e passou para a reserva exatamente para um cargo relevante no governo do velho amigo Bolsonaro. Isso agora está em risco.

Só uma coisa Ramos não admite: que façam “fofoca” ou publiquem que ele está caindo por incompetência ou por ter inimigos e sofrer pressões no Congresso. “Isso, não. Eu estava, aliás, ainda estou muito feliz na Casa Civil e dei o melhor de mim. Tanto que estou recebendo telefonemas de parlamentares de vários partidos, em solidariedade”, disse.

Para ele, as mudanças estão associadas a “motivos políticos”. “Se eu estivesse sendo trocado por alguém formado em Oxford, ou Harvard, tudo bem, poderiam dizer que falhei. Mas é por um político aliado do presidente, é assim que funciona”. (Com informações do site Bahia Notícias)

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