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Publicado em 10/06/2021 14h05.

Presidente da Associação Feirense de Anemia Falciforme relata dificuldades enfrentadas por pacientes na cidade

De acordo com o presidente, é necessário que haja um atendimento digno seja por parte do Estado ou município para os pacientes.
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Presidente da Associação Feirense de Anemia Falciforme relata dificuldades enfrentadas por pacientes na cidade
Foto: Paulo José/Acorda Cidade | Presidente da Associação de Pessoas com Anemia Falciforme

Gabriel Gonçalves

O presidente da Associação Feirense da Pessoa com Anemia Falciforme (Afadfal), Fabrício Cabral, utilizou a tribuna livre da Câmara de Vereadores na manhã desta quinta-feira (10), para relatar as dificuldades enfrentadas pelos pacientes no município e destacou que no próximo dia 19, é comemorado o Dia Mundial de Conscientização sobre a doença, mas infelizmente, não há o que ser celebrado.

"Nosso objetivo de estar hoje aqui, é dar início a comemoração do dia 19 de junho, dia Mundial de Conscientização sobre a doença falciforme, um dia constituído pela ONU e nós aqui em Feira de Santana, infelizmente não temos o que comemorar. Estamos passando por grandes dificuldades, principalmente com relação a urgência e emergência desde o ano passado quando o atendimento no Hospital Dom Pedro de Alcântara foi suspenso. Estou hoje aqui para relatar todas essas dificuldades que estamos enfrentando durante todo esse tempo", explicou.

Ainda segundo Fabrício Cabral, é necessário que haja um atendimento digno seja por parte do Estado ou município.

"Todos nós que possuímos a doença da anemia falciforme, pedimos ajuda, pedimos socorro ao Estado e ao município para que nos dê um atendimento digno, porque hoje não temos a metade do atendimento que tínhamos no Hospital Dom Pedro de Alcântara. Hoje as Policlínicas, malmente fornecem uma dipirona e mandam para casa. Ainda diz que somos viciados em morfina e outros tipos de remédio. Precisamos ter esse olhar, Feira de Santana precisa olhar com mais atenção para os pacientes com anemia falciforme, precisamos de um atendimento de urgência e emergência digno, um atendimento humanizado para suprir nossas necessidades", afirmou.

Com informações do repórter Paulo José do Acorda Cidade

Leia também: Pacientes com anemia falciforme estão com dificuldades no atendimento médico em Feira de Santana

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