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Publicado em 05/06/2020 11h22.

Exame confirma que corpo enterrado por engano é da mulher que morreu de Covid-19 em hospital de Salvador, diz família

Caso aconteceu no Hospital Espanhol. Família já suspeitava que a diarista Arlete Santos tinha sido enterrada por outra família.
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A família de Arlete Santos, que morreu de Covid-19 no Hospital Espanhol, em Salvador, informou nesta sexta-feira (5) que o exame de reconhecimento de impressão digital confirmou que o corpo enterrado por engano, por outra família, era o de Arlete. Os parentes da mulher ainda precisam fazer o reconhecimento presencial, previsto para esta sexta.

O sofrimento da família de Arlete começou na terça-feira (2), depois que a família foi informada da morte de Arlete e esteve no hospital. No local eles identificaram que o corpo era de outra mulher.

A família registrou o caso na delegacia na quarta-feira (3), depois de ter procurado pelo corpo da mulher na unidade médica e não ter encontrado.

De acordo com a Polícia Civil, o caso foi registrado na delegacia da Barra, que instaurou um inquérito para investigar a situação. Os familiares da paciente prestaram depoimento e outros envolvidos também foram ouvidos pela polícia.

Já havia a suspeita por parte da família de que o corpo de Arlete tivesse sido enterrado por engano. O sepultamento de Arlete, feito por outra família, foi realizado no bairro de Portão, em Lauro de Freitas, região metropolitana de Salvador.

A exumação do corpo foi autorizada pela Justiça depois que a família descobriu que o corpo entregue não era o de Arlete, e realizado na última quinta-feira (4).

Em nota, o Hospital Espanhol reconheceu que houve falha humana nas duas etapas de reconhecimento dos corpos, que é feito através de etiquetas de identificação e reconhecimento visual por parentes.

"Fui buscar informação junto aos peritos, e eles me disseram que vão tentar fazer a identificação dela através da coleta das digitais e a remessa desse material para o Instituto Pedro Melo, para fazer a checagem. Se a checagem for positiva com a identificação, o procedimento se encerra nesse momento. Caso não seja possível, eles devem realizar outros procedimentos que podem envolver a coleta de DNA, visual ou arcada dentária", explicou o advogado Humberto Pinto.

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