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Publicado em 29/07/2019 09h52.

Saiba quando procedimentos estéticos podem colocar a beleza em risco

Cremesp alerta sobre procedimentos estéticos que podem colocar em risco a saúde das pessoas, quando realizados por não-médicos.
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De acordo com o último relatório publicado pela Sociedade Internacional de Cirurgia Plástica, o Brasil ocupa o 2º lugar no ranking de procedimentos estéticos no mundo. Sete, em cada 10 brasileiros, encaram os cuidados com a beleza como uma necessidade. Quem lidera a lista na busca pela “boa aparência” são os Estados Unidos.

Com tanto destaque dado à aparência física, por meio da moda, das produções cinematográficas e da indústria de cosméticos, a procura por procedimentos não-cirúrgicos, também chamados de minimamente invasivos, vem crescendo. Às ofertas do mercado soma-se a tecnologia, que vem lançando equipamentos e produtos capazes de promover resultados em apenas uma sessão.

Neste universo da beleza circulam dentistas e biomédicos, entre outros, famosos por ofertar “as transformações”. Muitos destes nomes utilizam as redes sociais para impulsionar suas atividades e atrair interessados. Atento a esta movimentação, o Conselho Regional de Medicina do Estado de São Paulo (Cremesp) chama a atenção da população para a importância em buscar informações sobre o médico que fará o procedimento desejado.

No caso de procedimentos estéticos invasivos, o ideal é que se consulte um dermatologista ou um cirurgião plástico, dependendo do procedimento a ser realizado. Além disso, é preciso checar se o médico em questão possui o Registro de Qualificação de Especialidade (RQE) que é um número diferente do CRM, as consultas podem ser realizadas no site www.cremesp.org.br

"Profissionais, como dentistas e biomédicos, vêm atuando com procedimentos que devem ser tratados por médicos. Esses profissionais, por terem um código de ética menos rigoroso, acabam por expor os pacientes, aumentando os riscos de complicações, até mesmo em procedimentos aparentemente simples. Um preenchimento mal sucedido pode, por exemplo, levar à morte dos tecidos e até mesmo à cegueira", explica a dermatologista e Conselheira do Cremesp, Juliana Takiguti Toma.

De acordo com a lei do Ato Médico, estão entre as ações privativas do médico indicação da execução e execução de procedimentos invasivos, sejam diagnósticos, terapêuticos ou estéticos, incluindo os acessos vasculares profundos, as biópsias e as endoscopias.

Desta forma, procedimentos estéticos envolvendo técnicas cirúrgicas, agulhamentos, anestesias e demais protocolos invasivos (ainda que minimamente) --incluindo a manipulação e/ou inserção de materiais em estruturas mais profundas da pele, próximo de vasos sanguíneos e nervos, o que aumenta o risco de complicações graves--, devem ser ministrados por um médico especializado e registrado em especialidade adequada para o procedimento a ser realizado.

Outro alerta que o Cremesp faz à população é que sempre desconfiem de anúncios sensacionalistas, promessas de resultado, imagens de antes e depois, além de checar se o estabelecimento onde será realizado o atendimento/procedimento segue as normas sanitárias e obedece aos critérios da ANVISA.

Médicos que fazem procedimentos estéticos também devem estar atentos ao que diz o Código de Ética Médica. São os limites da publicidade que também precisam ser seguidos pelos médicos profissionais cujas orientações podem ser encontradas nas Resoluções 1974/11 e 2126/15 do Conselho Federal de Medicina (CFM).

Harmonização Orofacial

Recentemente, o Cremesp oficiou o Conselho Federal de Odontologia (CFO) a respeito de portaria que permite pedidos de registro para a especialidade de Harmonização Orofacial. No documento, o Conselho solicitou a suspensão da portaria CFO-SEC-86, de 12 de junho de 2019, que cria a Comissão para o julgamento da titulação. Caso não obtenha sucesso, o Conselho adotará as medidas judiciais cabíveis, como tem feito nesta gestão a garantir a segurança do paciente, as boas práticas médicas e visando preservar as atribuições inerentes ao exercício da Medicina. 

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