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Publicado em 08/05/2019 10h50.

Motoristas mulheres aderem a 'Uber para Mães' em nome da segurança

A startup, inclusive, emprega apenas condutoras e ainda oferece pagamentos até 20% maiores comparados aos concorrentes, o que tem atraído parceiras do setor e até passageiras que almejam renda extra.
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Motoristas mulheres aderem a 'Uber para Mães' em nome da segurança
Foto: Divulgação

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Motoristas mulheres de aplicativos de carona estão sujeitas a assédios e violência durante o trabalho, o que afasta as profissionais femininas do ramo. Para incentivá-las e garantir segurança, a BabyPass (www.babypass.mobi), app de mobilidade com cadeirinhas infantis, aceita como usuários famílias e pessoas do sexo feminino. A startup, inclusive, emprega apenas condutoras e ainda oferece pagamentos até 20% maiores comparados aos concorrentes, o que tem atraído parceiras do setor e até passageiras que almejam renda extra.

Na cidade do Rio de Janeiro, onde iniciou as operações e atua desde o fim de 2018, a plataforma tem 500 motoristas parceiras, sendo, cerca de 10% dessas, profissionais que trabalhavam para outros aplicativos de mobilidade urbana. “Elas se sentem mais seguras conosco, uma vez que nossos serviços são restritos a famílias e mulheres desacompanhadas”, diz Bruno Castro, cofundador da empresa.

É o que atesta a condutora Carla Akiyama, de 41 anos, que teve experiência com outro app de carona e aderiu à BabyPass há três meses. “Eu me sinto mais confortável e vejo que as mães também, como aquelas que precisam amamentar durante a viagem e sabem que é uma mulher ao volante, por exemplo”, comenta a colaboradora.

A alta rotatividade de corridas possibilita o aumento no faturamento das profissionais e renda extra para as que não eram do ramo. Segundo a plataforma, 7% das passageiras entraram para o time de condutoras. Motoristas satisfeitas e que optaram por trabalhar com crianças proporcionam um atendimento mais cuidadoso e tranquilidade para os pais.

“Antes de entrarmos no mercado, fizemos pesquisas que identificaram a demanda de dois milhões de mães carentes desse serviço no Rio e em São Paulo”, conta o cofundador. A startup já atua no Rio de Janeiro e São Paulo e teve um crescimento de 35% nesse ano. Há planos de expansão para cidades como Campinas, Florianópolis, Belo Horizonte, Ribeirão Preto e Curitiba nos próximos meses. 

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