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Empresário é preso suspeito de fazer parte de quadrilha envolvida em fraude na compra de camarotes

13/02/2018 06h52
Prisão foi feita nesta segunda-feira (12), em um condomínio de luxo localizado na Av. Paralela, em Salvador. Outras três suspeitos já tinham sido presos.
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Empresário é preso suspeito de fazer parte de quadrilha envolvida em fraude na compra de camarotes
Foto: SSP-BA/ Divulgação

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Um empresário foi preso na segunda-feira (12), em Salvador, suspeito de fazer parte do esquema fraudulento que envolvia a compra de camarotes do carnaval da capita baiana. De acordo com a Secretaria da Segurança Pública (SSP-BA), Leandro Magalhães, 33 anos, mais conhecido como "Pirulito", estava com a prisão decretada e foi preso em um condomínio de luxo, na Avenida Paralela.

Presos por fraude na compra de camarotes gastaram R$ 67 mil em hospedagens

Na ação que resultou na prisão de Leandro, segundo a SSP, foram apreendidas dezenas de relógios de marcas famosas, joias e aparelhos eletrônicos. A operação que resultou na prisão de Pirulito foi coordenada pelo delegado Élvio Brandão, diretor do Departamento de Crimes Contra o Patrimônio (DCCP).

Conforme a Secretaria da Segurança Pública, Leandro faz parte da mesma quadrilha que Lucas de Oliveira Santos, de 26 anos, José Nilson Barreto, 27, e Diego Gomes Barreto, 30, presos com mais de 40 camisas de acessos de camarotes, na quinta-feira (8).

Segundo a polícia, a quadrilha utilizava dados de terceiros, inclusive estrangeiros, para emitir cartões de crédito em seus nomes. Lucas e José Nilson também estavam com as prisões decretadas e foram encaminhados ao sistema prisional, bem como, “Pirulito”. Já Lucas Santos, preso em flagrante, foi encaminhado para audiência de custódia. Não há informações sobre o resultado da audiência.

Esquema fraudulento

De acordo com a polícia, o grupo fazia as compras dos camarotes com o cartão de crédito de um banco inglês, mas que tinha o nome deles. Para conseguir o cartão, eles recebiam ajuda de um hacker.

As camisas dos camarotes que foram compradas pelo grupo eram vendidas por até R$ 400 abaixo do valor oferecido oficialmente pelos camarotes. “Um dos dias que custava R$ 2.400 eles vendiam por R$ 2 mil”, detalhou o delegado Élvio.

Com os suspeitos, além de celulares, relógios e uma quantia de R$ 2 mil, a polícia encontrou os abadás que eles compraram e revenderiam.

A investigação da fraude começou há cerca de 60 dias, após denúncias.

“Começamos a receber denúncias e avaliamos que, no ano passado, eles agiram aqui em Salvador dando um golpe de R$ 500 mil. Após monitoramento, descobrimos que eles conhecem um hacker que conseguia pegar contas de clientes em um banco da Inglaterra que tinha muito limite no cartão. O cartão vinha no nome deles, mas a fatura ia para a vítima. Tem gente que foi vítima do golpe e mora nos Estados Unidos”, explicou o delegado Élvio Brandão.

A polícia identificou que a quadrilha pagou R$ 67 mil em diárias, em um hotel de luxo em um dos circuitos do carnaval de Salvador. A polícia identificou também que, além de comprar abadás, camarotes e pagar a hospedagem, os suspeitos pagaram com o cartão de crédito 20 garrafas de champanhe que custa cerca de R$ 2 mil a unidade.

Fonte: G1

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