Daniela Cardoso
Foi realizada ontem (20) no Centro de Cultura Amélio Amorim uma mesa redonda com o tema ‘Sujeitos visíveis e invisíveis na pesquisa e assistência do SUS’, que faz parte da 6ª Mostra Integrada de pesquisa do Hospital Geral Clériston Andrade (HGCA). Uma das coordenadoras do evento, Kátia Pires Meireles, explicou como se deu a escolha do tema.
“A escolha do tema veio como uma necessidade de trazer visibilidade ao que a gente considera sujeitos invisíveis hoje para SUS e para a nossa sociedade. São sujeitos que sofrem preconceitos em relação a vários aspectos. A gente pode citar a mulher como exemplo, que é uma figura em evidência hoje e que ainda é vitima de preconceitos. Também temos preconceitos de raça, sociais, de religião. são muitos problemas que ainda vivemos em relação a esses preconceitos e a gente entende que atualmente eles não têm mais espaço. As pessoas precisam melhorar as convivências, precisam trabalhar com respeito, com ética e precisamos reconhecer o outro como alguém igual”, destacou.
Segundo ela, o principal objetivo é que as pessoas possam olhar um ao outro como sujeitos integrais, sem discriminar seja por que motivo for. Kátia Pires Meireles disse ainda que essa situação pode ser revertida através da educação, do respeito ao próximo, da postura ética, dos trabalhos prestados de forma consciente, eliminando as diferenças e olhando as pessoas como seres humanos.
“Os organizadores pretendem conscientizar que o respeito deve estar acima de qualquer outra situação e como o foco é a saúde, a gente precisa levar isso para a assistência. A gente precisa atender as necessidades individuais de cada sujeito”, afirmou.
Com informações do repórter Paulo José do Acorda Cidade