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Feira de Santana, a segunda maior e mais populosa cidade do estado da Bahia, caiu 50 posições ao longo de uma década no ranking das 100 melhores cidades do país, segundo estudo divulgado ontem (10), desenvolvido pela consultoria Macroplan. Hoje a cidade ocupa 84ª lugar com índice 0,511. Os dados analisados são de 2015.
Apenas quatro cidades da Bahia aparecem entre as 100 melhores. Segundo o estudo, a melhor cidade baiana é Vitória da Conquista, no sudoeste do estado. Ela ocupa a 63ª posição no país, com índice de 0,565. A capital, Salvador, é a segunda ocupando a 67ª posição (0,555), seguida de Camaçari, no 83ª lugar (0,512).
Segundo a revista Exame, para chegar a esta conclusão, a consultoria analisou, entre 2005 e 2015, os municípios com mais de 266 mil habitantes em 16 indicadores divididos em quatro áreas distintas: saúde, educação e cultura, segurança e saneamento e sustentabilidade. Os pesos dos indicadores e das áreas que compõem o índice foram divididos da seguinte forma: 35,3% para educação e cultura; 35,3% para saúde; 20,6% para infraestrutura e sustentabilidade e 8,8% para segurança.
Feira de Santana perdeu posição em todas as áreas estudadas exceto para saneamento e sustentabilidade. O ranking foi formado por um índice que vai de 0 a 1 – quanto mais próximo de 1, melhor é a condição de vida no local.
Veja o ranking completo das cidades aqui
EDUCAÇÃO E CULTURA
Todos os municípios no grupo dos 25 melhores IDGM Educação estão nas regiões Sul ou Sudeste. Neste grupo, destaque para o Estado de São Paulo, que abriga 19 municípios (incluindo a capital). Os demais estão distribuídos da seguinte forma: Vitória no Espírito Santo, 3 em Santa Catarina (incluindo Florianópolis), Maringá no Paraná e Uberaba em Minas Gerais. Das capitais, apenas Vitória, Florianópolis e São Paulo estão no melhor grupo.
No grupo dos 25 com menores IDGM Educação, predominam os municípios das regiões Norte e Nordeste, com 15 municípios. Também se fazem presentes os mesmos 5 municípios do Rio de Janeiro do ranking geral e 3 do Rio Grande do Sul. Vale destacar que 8 capitais se encontram nesse segmento: Porto Velho, Natal, João Pessoa, Aracaju, Belém, Salvador, Macapá e Maceió, última colocada.
Apenas 5 municípios das regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste encontram-se entre os 50 primeiros colocados nessa área: Palmas – TO (28º), Petrolina – PE (35º), Cuiabá – MT (39º), Campo Grande – MS (40º) e Teresina – PI (42º).
Todos os municípios melhoraram o IDGM Educação entre 2005 e 2015. Em termos de avanços em posições no ranking do IDGM Educação entre 2005 e 2015 dentre as 25 primeiras do ranking em 2015, destacam-se: Uberaba – MG (31 posições de 2005 para 2015), Taboão da Serra – SP (24 posições), Joinville – SC (24 posições) e Piracicaba – SP (21 posições).
As cidades que mais perderam posições foram: Feira de Santana – BA (36); São Luís – MA (32) e Aracaju – SE (30).
SAÚDE
À exceção de Palmas (TO), Caucaia (CE) e Campo Grande (MS), todos os municípios no grupo dos 25 melhores IDGM na área de saúde estão nas regiões Sul ou Sudeste. Neste grupo, tem destaque o Estado de Minas Gerais e de São Paulo, ambos contribuindo com 6 municípios.
No grupo dos 25 com menores IDGM na área de saúde, predominam os municípios das regiões Sudeste (12 municípios) e Nordeste (8 municípios). O Estado do Rio de Janeiro tem 7 cidades nesse conjunto, incluindo as 5 piores colocadas no ranking da área. Nesse grupo, há 6 capitais, sendo 5 do Nordeste e Belém no Norte.
A maioria dos municípios apresentou melhora no índice entre 2005 e 2015 dessa área. Oito municípios apresentaram queda: Paulista (PE), Feira de Santana (BA), Petrópolis (RJ), Bauru (SP), Ribeirão Preto (SP), Florianópolis (SC), Gravataí (RS) e Pelotas (RS).
Em termos de avanços em posições no ranking do IDGM Saúde entre 2005 e 2015 dentre as 25 primeiras do ranking em 2015, destacam-se: Caucaia-CE (38 posições de 2005 para 2015); Serra-ES (27 posições); Ribeirão das Neves-MG (24 posições); Cascavel-PR (20 posições); Montes Claros-MG (17 posições).
Entre as cidades que mais perderam posições estão: Feira de Santana-BA (66); Paulista-PE (47); Pelotas-RS (43); Bauru-SP (36); Canoas-RS (30).
SEGURANÇA
No grupo dos 25 com melhores IDGM Segurança, o Estado de São Paulo abriga 19 municípios (incluindo a capital). Os outros municípios são: Petrópolis e Niterói (RJ); Blumenau e Florianópolis (SC); Caxias do Sul (RS) e Olinda (PE). Apenas duas capitais estão neste grupo: São Paulo e Florianópolis.
10 capitais se destacam no grupo dos 25 com menores IDGM Segurança, 8 capitais do Nordeste (Recife, Natal, João Pessoa, Aracaju, Maceió, Teresina, Fortaleza e São Luís) e 2 capitais do Centro-Oeste (Goiânia e Cuiabá).
A região Sul é a única que não possui nenhum município entre os 25 piores. São José dos Pinhais (PR), na 64ª posição, é o município com a pior colocação da região.
Entre os 21 municípios da região Nordeste presentes no grupo dos 100+, 16 registraram piora no IDGM Segurança. Os 5 que avançaram: Olinda, Jaboatão dos Guararapes, Paulista, Caruaru e Recife – todos os municípios de Pernambuco no grupo dos 100+, com exceção de Petrolina.
Entre os maiores avanços em posições no ranking do IDGM segurança entre 2005 e 2015 destacam-se: Niterói-RJ (71 posições de 2005 para 2015); Olinda-PE (59 posições); Diadema-SP (55 posições); Rio de Janeiro-RJ (51 posições) e São Paulo-SP (42 posições).
Das cidades que mais perderam posições destaque para a região Norte e Nordeste: Ananindeua – PA (86); Camaçari – BA (70); Natal – RN (75); Feira de Santana – BA (69); e Juazeiro do Norte – CE (49).
EDUCAÇÃO E CULTURA
Todos os municípios no grupo dos 25 melhores IDGM Educação estão nas regiões Sul ou Sudeste. Neste grupo, destaque para o Estado de São Paulo, que abriga 19 municípios (incluindo a capital). Os demais estão distribuídos da seguinte forma: Vitória no Espírito Santo, 3 em Santa Catarina (incluindo Florianópolis), Maringá no Paraná e Uberaba em Minas Gerais. Das capitais, apenas Vitória, Florianópolis e São Paulo estão no melhor grupo.
No grupo dos 25 com menores IDGM Educação, predominam os municípios das regiões Norte e Nordeste, com 15 municípios. Também se fazem presentes os mesmos 5 municípios do Rio de Janeiro do ranking geral e 3 do Rio Grande do Sul. Vale destacar que 8 capitais se encontram nesse segmento: Porto Velho, Natal, João Pessoa, Aracaju, Belém, Salvador, Macapá e Maceió, última colocada.
Apenas 5 municípios das regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste encontram-se entre os 50 primeiros colocados nessa área: Palmas – TO (28º), Petrolina – PE (35º), Cuiabá – MT (39º), Campo Grande – MS (40º) e Teresina – PI (42º).
Todos os municípios melhoraram o IDGM Educação entre 2005 e 2015. Em termos de avanços em posições no ranking do IDGM Educação entre 2005 e 2015 dentre as 25 primeiras do ranking em 2015, destacam-se: Uberaba – MG (31 posições de 2005 para 2015), Taboão da Serra – SP (24 posições), Joinville – SC (24 posições) e Piracicaba – SP (21 posições).
As cidades que mais perderam posições foram: Feira de Santana – BA (36); São Luís – MA (32) e Aracaju – SE (30).
SAÚDE
À exceção de Palmas (TO), Caucaia (CE) e Campo Grande (MS), todos os municípios no grupo dos 25 melhores IDGM na área de saúde estão nas regiões Sul ou Sudeste. Neste grupo, tem destaque o Estado de Minas Gerais e de São Paulo, ambos contribuindo com 6 municípios.
No grupo dos 25 com menores IDGM na área de saúde, predominam os municípios das regiões Sudeste (12 municípios) e Nordeste (8 municípios). O Estado do Rio de Janeiro tem 7 cidades nesse conjunto, incluindo as 5 piores colocadas no ranking da área. Nesse grupo, há 6 capitais, sendo 5 do Nordeste e Belém no Norte.
A maioria dos municípios apresentou melhora no índice entre 2005 e 2015 dessa área. Oito municípios apresentaram queda: Paulista (PE), Feira de Santana (BA), Petrópolis (RJ), Bauru (SP), Ribeirão Preto (SP), Florianópolis (SC), Gravataí (RS) e Pelotas (RS).
Em termos de avanços em posições no ranking do IDGM Saúde entre 2005 e 2015 dentre as 25 primeiras do ranking em 2015, destacam-se: Caucaia-CE (38 posições de 2005 para 2015); Serra-ES (27 posições); Ribeirão das Neves-MG (24 posições); Cascavel-PR (20 posições); Montes Claros-MG (17 posições).
Entre as cidades que mais perderam posições estão: Feira de Santana-BA (66); Paulista-PE (47); Pelotas-RS (43); Bauru-SP (36); Canoas-RS (30).
SEGURANÇA
No grupo dos 25 com melhores IDGM Segurança, o Estado de São Paulo abriga 19 municípios (incluindo a capital). Os outros municípios são: Petrópolis e Niterói (RJ); Blumenau e Florianópolis (SC); Caxias do Sul (RS) e Olinda (PE). Apenas duas capitais estão neste grupo: São Paulo e Florianópolis.
10 capitais se destacam no grupo dos 25 com menores IDGM Segurança, 8 capitais do Nordeste (Recife, Natal, João Pessoa, Aracaju, Maceió, Teresina, Fortaleza e São Luís) e 2 capitais do Centro-Oeste (Goiânia e Cuiabá).
A região Sul é a única que não possui nenhum município entre os 25 piores. São José dos Pinhais (PR), na 64ª posição, é o município com a pior colocação da região.
Entre os 21 municípios da região Nordeste presentes no grupo dos 100+, 16 registraram piora no IDGM Segurança. Os 5 que avançaram: Olinda, Jaboatão dos Guararapes, Paulista, Caruaru e Recife – todos os municípios de Pernambuco no grupo dos 100+, com exceção de Petrolina.
Entre os maiores avanços em posições no ranking do IDGM segurança entre 2005 e 2015 destacam-se: Niterói-RJ (71 posições de 2005 para 2015); Olinda-PE (59 posições); Diadema-SP (55 posições); Rio de Janeiro-RJ (51 posições) e São Paulo-SP (42 posições).
Das cidades que mais perderam posições destaque para a região Norte e Nordeste: Ananindeua – PA (86); Camaçari – BA (70); Natal – RN (75); Feira de Santana – BA (69); e Juazeiro do Norte – CE (49).
SANEAMENTO E SUSTENTABILIDADE
No grupo dos 25 melhores IDGM Saneamento, a região Sudeste conta com 16 municípios: 12 no Estado de São Paulo (incluindo a capital), 2 em Minas Gerais e 2 no Estado do Rio de Janeiro. A região Norte é a única que não possui nenhum representante neste grupo. Apenas quatro capitais estão neste grupo: Curitiba, Goiânia, São Paulo e Salvador.
No grupo dos 25 com menores IDGM Saneamento e Sustentabilidade, destaque para 7 capitais do Norte-Nordeste: São Luís (MA), Teresina (PI), Manaus (AM), Belém (PA), Rio Branco (AC), Macapá (AP) e Porto Velho (RO), último colocado. O Estado do Rio de Janeiro é o maior representante deste grupo com 5 municípios: São João de Meriti, Nova Iguaçu, Duque de Caxias, São Gonçalo e Belford Roxo.
Dos 100 municípios, 18 não apresentaram melhora no IDGM Saneamento e Sustentabilidade entre 2005 e 2015.
Apenas 6 municípios permaneceram entre os 10 primeiros colocados em 2005 e 2015: Santos (SP), Maringá (PR), Franca (SP), Limeira (SP), Jundiaí (SP) e Niterói (RJ).
Entre os maiores avanços em posições no ranking entre 2005 e 2015 destacam-se: Mauá-SP (56 posições de 2005 para 2015); Caxias do Sul-RS (43 posições); Cascavel-PR (33 posições) e Campo Grande-MS (30 posições).
Das cidades que mais perderam posições destacam-se: Fortaleza-CE (caiu 39 posições de 2005 para 2015), Santa Maria-RS (37 posições), Recife-PE (33 posições), Juiz de Fora-MG (32 posições) e Maceió-AL (31 posições).
A primeira da lista
Com pouco mais de 400 mil habitantes, a cidade de Maringá foi eleita a primeira na lista das melhores grandes cidades do Brasil, segundo estudo da consultoria Macroplan. Na área de saúde, por exemplo, Maringá ficou na 5ª posição entre as 100, com um índice de 0,686. O que, segundo a análise da Macroplan, significa que a cidade tem elevada cobertura de atendimento básico, baixa taxa de mortalidade infantil e elevada proporção de bebês nascidos vivos.
De acordo com Glaucio Neves, diretor da consultoria, Maringá sempre se destacou em gestão pública. "A primeira posição no ranking não foi uma surpresa. Afinal, a cidade tem indicadores muito equilibrados em quase todos os setores", diz. Quando o assunto é segurança, no entanto, a cidade deixa a desejar: nessa área, Maringá aparece em 39º lugar entre os 100 maiores municípios do país.
Por lá, a proporção de assassinatos a cada grupo de 100 mil pessoas, por exemplo, é maior do que em São Paulo, que concentra mais de 12 milhões de habitantes.
Com informações da Exame.com e da pesquisa da Macroplan Desafios da Gestão Municipal.




