Sequestro a ônibus

Sobrinho de Fernandinho Beira-Mar participou de sequestro no Rio

Informação é da delegada Sania Burlandi, da 6ª DP (Cidade Nova). Ônibus foi rendido na noite de terça (9).

Acorda Cidade

Um dos presos após o sequestro a um ônibus na Avenida Presidente Vargas, no Centro do Rio, é sobrinho do traficante Fernandinho Beira-Mar. A informação foi passada pela delegada-adjunta da 6ª DP (Cidade Nova), Sania Burlandinesta quarta-feira (10).

Os outros dois presos são Renato da Costa Jr. e Bruno Silva de Lima. A polícia ainda procura um quarto suspeito. Que foi identificado como Clerivan da Silva Mesquita. A polícia divulgou a foto dele.

"A partir da identificação desse terceiro indivíduo e o reconhecimento por um policial militar envolvido na ocorrência, nós passamos a investigar quem seria essa pessoa e se trata do sobrinho do Fernandinho Beira-Mar", explicou a delegada.

A delegada informou também que quatro indivíduos foram reconhecidos e a possibilidade de terem desembarcado de um automóvel que emparelhou com o coletivo, mas não notícias da identificação desse automóvel.

"A gente vai ter que verificar através dasmeras da CET-Rio a identificação do veículo, do condutor desse veículo e qual a sua participação no crime", falou Sania.

Segundo a delegada, dois policiais do 5º BPM (Praça Harmonia) foram ouvidos e afirmaram ter efetuado disparos de arma de fogo.  As pistolas deles foram apreendidas e encaminhadas à perícia.

De acordo com a polícia, a perícia também colhe vestígios de onde partiram tiros, além da ação desses policiais.

Perícia no ônibus

Peritos do Instituto de Criminalística Carlos Eboli (ICCE) fazem nesta quarta uma perícia no ônibus sequestrado. Segundo os peritos, uma análise inicial indica que vários tiros foram dados de fora para dentro do veículo, na altura dos pneus. Para eles, isso indica a intenção de parar o ônibus.

Pelo menos 16 tiros atingiram o veículo, que está sendo periciado na 6ª DP (Cidade Nova), também no Centro. As imagens do circuito interno de TV do veículo, que mostrariam a ação dos criminosos, não foram gravadas. As informações são do G1.