Seis deputados do PSL na Assembleia Legislativa conseguiram criar uma confusão ontem (7) na Casa ao propor que eles passassem a integrar um bloco, que possui prorrogativas maiores para negociar e encaminhar matérias na Casa. Deputados como Targino Machado (DEM) contestaram a proposta, observando que o bloco é a união de um ou mais partidos, o que absolutamente não era o caso. O debate tomou grande parte do tempo da sessão, na qual, no entanto, os deputados conseguiram aprovar o projeto que estabelece a premiação de servidores e, no âmbito das comissões, o projeto da previdência complementar do Estado, para o qual foi apresentado um pedido de vistas, suspendendo a apreciação da matéria em plenário. A polêmica criada pelos parlamentares do PSL é um sinal de que eles caminham para pressionar o governo por mais espaço na administração. Eles alegam que não se sentem representados na secretaria estadual de Administração Penitenciária e na Embasa, órgãos que foram indicados pelo ex-presidente da Assembleia, Marcelo Nilo, membro mais destacado do PSL. Na semana passada, Nilo chegou a almoçar com o ex-governador e secretário de Desenvolvimento Econômico, Jaques Wagner (PT), a quem relatou que a bancada estava pacificada, tese que caiu por terra com esta iniciativa de hoje dos deputados. O líder do governo na Assembleia, deputado Zé Neto (PT), disse que do ponto de vista político não vê problemas na constituição de um bloco por parte dos deputados do PSL, avaliação que não faz em relação à formação de bancada. “Eles não podem ter a mesma amplitude de bancada. O regimento só prevê duas bancadas – governo e oposição”, afirmou o líder petista, considerando a movimentação uma rearrumação natural decorrente do processo eleitoral à presidência da Assembleia. Depois de comandar por 10 anos a Casa, Nilo renunciou à candidatura à reeleição, abrindo espaço para a renovação no Legislativo com a eleição do candidato único Angelo Coronel (PSD). Zé Neto fez questão de frisar que felizmente “ninguém (do PSL) está contra o governo”. Para o deputado, com muita conversa, no entanto, será possível resolver qualquer problema. As informações são do Política Livre. 

Dilton e Feito

Dilton Coutinho, fundador do Acorda Cidade, é um radialista renomado com mais de 20 anos de experiência na cobertura jornalística. Ele construiu uma carreira sólida marcada por sua dedicação à verdade e ao jornalismo ético. Atuando em diversos veículos de comunicação, Dilton ganhou reconhecimento por sua habilidade em abordar temas complexos com clareza e profundidade. Sua paixão por informar o público e sua integridade profissional fazem dele uma referência no jornalismo contemporâneo.

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