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Publicado em 04/12/2019 16h16.

Procura por atendimento no CRMQ aumenta quase 50% em 2019

O CRMQ acolhe mulheres vitimadas pela violência doméstica, praticada por maridos, namorados e, em menor número, as que vivem relacionamentos homoafetivos e mulher trans.
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Procura por atendimento no CRMQ aumenta quase 50% em 2019
Foto: Secom

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Neste ano, a quantidade mensal de mulheres que buscam apoio e informação no Centro de Referência Maria Quitéria, equipamento mantido pela Prefeitura de Feira de Santana, aumentou cerca de 50%, quando comparado os atendimentos no mesmo período de 2018.

O número de novos casos também está aumentando. Apenas em outubro, 43 mulheres procuraram o CRMQ pela primeira vez.

O CRMQ acolhe mulheres vitimadas pela violência doméstica, praticada por maridos, namorados e, em menor número, as que vivem relacionamentos homoafetivos e mulher trans.

O aumento nas denúncias, analisa a coordenadora do espaço, a assistente social Jozailma Ferreira, está diretamente relacionado ao encorajamento das vítimas deste tipo de violência.

“Também têm a certeza de que receberão apoio e toda a atenção da rede de proteção”, afirma a coordenadora. A rede é formada por órgãos, como o CRMQ, Ministério e Defensoria Pública, Delegacia de Proteção à Mulher, entre muitos outros.

Mais do que atender as mulheres, a equipe multiprofissional, que atua no equipamento mantido pelo Governo do prefeito Colbert Martins Filho, a prepara para enfrentar e superar o problema da violência e os seus medos, e a conhecer os seus direitos fundamentais. De ir e vir, por exemplo.

O atendimento é realizado por assistentes sociais, psicólogas, advogadas e pedagogas. “Buscamos interromper um ciclo de violência que tiram das mulheres direitos e desejos”, diz a coordenadora.

A violência doméstica começa com palavras. E quando não é contornada, passa para estágios que podem terminar na física. Antes, tem outras formas, diz Jozailma Ferreira, como a proibição de usar uma roupa, visitar parentes e amigos.

“O trabalho realizado pelo CRMQ não tem como objetivo acabar com a relação, mas fazer com que os direitos das mulheres sejam respeitados pelos seus companheiros”, afirma a coordenadora do centro.

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