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Publicado em 09/10/2019 15h54.

O que é necessário para se tornar um diplomata no Brasil

Entenda a carreira de diplomata e saiba o que é necessário para concorrer a esse cargo
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 O que é necessário para se tornar um diplomata no Brasil
Foto: Reprodução

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A carreira de diplomata está entre as mais concorridas do país. Com salários que superam R$ 18 mil, o cargo é desejado por diversas pessoas que chegam a se preparar por vários anos até que consigam ser aprovados nos exames obrigatórios e sejam chamados para ocupar o cargo em algum outro país.

A principal função de um diplomata é representar o país em outras nações, negociando acordos em nome do Brasil e dando apoio aos brasileiros que estejam em viagem ou vivem no exterior. O diplomata também recebe e administra informações importantes para a política externa.

O profissional deve representar os interesses e a soberania nacional em outros países, prezando sempre pelas melhores relações internacionais.

Mas o que é necessário para iniciar nessa carreira, que tem como remuneração aos profissionais iniciantes um salário de R$ 12.962, para quem ocupa a vaga de Terceiro-Secretário, além de contar com diversos outros benefícios?

Para se tornar um diplomata, a pessoa precisa ter um diploma de graduação, independentemente do curso de Ensino Superior. No entanto, é comum que as pessoas que tenham desejo em seguir nessa carreira acabem optando pelo curso de Relações Internacionais, o que já pode dar uma boa base para os seus estudos posteriores.

Além disso, o candidato deve ser aprovado no Concurso de Admissão do Instituto Rio Branco (IRBr), um órgão ligado diretamente ao Ministério das Relações Exteriores.

Essa prova normalmente é aplicada todos os anos, com a seleção dos candidatos ficando à cargo do Centro de Seleção e de Promoção de Eventos da Universidade de Brasília (Cespe/UnB).

Fases da prova para diplomata

Para garantir que o candidato domina alguns assuntos básicos para a carreira, o exame é composto por quatro etapas. Na primeira etapa, existem questões objetivas referentes a conhecimentos básicos de Português, Inglês, História Mundial e do Brasil, Geografia, Economia, Direito e Política Internacional.

Na segunda fase, as questões são exclusivamente sobre a Língua Portuguesa, incluindo exercícios de interpretação e uma redação.

Na terceira fase, são abordados novamente os mesmos conteúdos da primeira fase, com exceção de História Mundial e Português e a inclusão de Direito Nacional e Internacional. Essa fase é dissertativa e exige que o candidato discorra sobre o que é solicitado nos enunciados.

A quarta fase é composta por exercícios de outros dois idiomas, francês e espanhol, considerados essenciais para a carreira de diplomata.

Entre os cargos que podem ser exercidos por quem entra nessa carreira estão os cargos de Segundo-Secretário, Primeiro-Secretário, Conselheiro, Ministro de Segunda-Classe e Ministro de Primeira-Classe (também conhecido como Embaixador).

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