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Dilton Coutinho
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Dilton e Feito

Dilma diz que acompanhará pessoalmente obra no São Francisco

Em entrevista, afirmou que sua presença na região era um "marco" para a retomada das obras. A previsão oficial é que todos os trechos da obra estejam em andamento até março.

09/02/2012 06:16
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A presidente Dilma Rousseff afirmou nesta quarta-feira (8) a empresários que atuam na transposição do rio São Francisco que acompanhará pessoalmente o andamento da obra, cujo cronograma está atrasado. Em reunião em Juazeiro do Norte (533 km de Fortaleza) sobre a retomada da transposição, Dilma disse que o governo está implantando um sistema de monitoramento online da execução dos recursos do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento) e prometeu voltar à região para nova vistoria Dilma visitou nesta quarta trechos da transposição nos municípios de Floresta (PE) e Mauriti (CE). Em entrevista, afirmou que sua presença na região era um "marco" para a retomada das obras. A previsão oficial é que todos os trechos da obra estejam em andamento até março. O Ministério da Integração Nacional chegou a divulgar meta de conclusão, até o final deste ano, de trecho do eixo leste que servirá para testes do sistema de operação da captação de água. A obra conta hoje com 3.900 trabalhadores - a previsão é chegar a junho com 6.500. Para a retomada, o governo teve que renegociar contratos com os empresários, que reclamavam de aumento de custos além daqueles previstos no projeto inicial. Com orçamento de R$ 6,8 bilhões, 36% maior do que o originalmente previsto, a obra teve cronograma prorrogado até 2014, quatro anos além da estimativa inicial. Participaram da reunião a portas fechadas representantes das cerca de 20 empresas e consórcios envolvidos na obra. Dilma não falou com a imprensa após o encontro. Em contatos anteriores com repórteres durante o dia, a presidente havia se recusado a comentar temas alheios à transposição - como a greve da Polícia Militar na Bahia. Em Floresta, ela cobrou das empresas velocidade de "regime de cruzeiro" na construção do empreendimentoEmpresários ouvidos pela Folha consideraram "tranquila" a reunião. Disseram esperar que, com a renegociação dos contratos, a obra possa deslanchar. As informações são da Folha.

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