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'Não se prende para forçar colaboração', diz Janot ao defender delação premiada

12/05/2017 16h12
Janot disse que há muitos comentários "sem muito fundamento" sobre a delação premiada e afirmou que o colaborador não é um "dedo duro".
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'Não se prende para forçar colaboração', diz Janot ao defender delação premiada
Foto: Reprodução/TV Globo

O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, defendeu, na manhã desta sexta-feira (12), as delações premiadas e destacou que 85% dos réus da Operação Lava Jato que colaboraram com a Justiça estavam em liberdade. "Não se prende para forçar colaboração", disse durante uma palestra na Faculdade de Direito da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), na Praça Afonso Arinos, no centro de Belo Horizonte. Janot disse que há muitos comentários "sem muito fundamento" sobre a delação premiada e afirmou que o colaborador não é um "dedo duro". "O nome está dizendo, ele é um colaborador da Justiça. Ele ajuda a Justiça a desvendar organizações criminosas, ele confessa os crimes que praticou, indica os coautores e os comparsas desse crime e colabora com a Justiça. E, colaborando com a Justiça, ele tem uma premiação em razão da colaboração. (...) É toda uma construção jurídica que é feita, com regramento legal, e sob o controle do Judiciário", explicou Janot. O procurador-geral da República falou por quase uma hora durante uma palestra em um seminário em homenagem ao advogado Jair Leonardo Lopes, ex-professor da Faculdade de Direito da UFMG. Janot se formou na universidade, na capital mineira, em 1979. Em frente à Faculdade de Direito, faixas de protesto contra a Operação Lava Jato foram afixadas. Uma delas [foto acima] sugeria uma parcialidade nas ações do procurador-geral da República em relação a réus. E outras duas estavam com as frases "não temos provas" e "mas temos convicção", em uma referência a declarações de procuradores do Paraná, integrantes da força-tarefa, durante apresentação da denúncia do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) à Justiça. Na ocasião, eles disseram que Lula era "comandante máximo" do esquema. Leia mais no G1.

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